Olá mulherada!

No último fim de semana fui para Vitória/ES a convite da Garoto e Nestlé para correr a prova 10 Milhas Garoto. 🙂

A 10 Milhas Garoto é a prova mais tradicional do Espírito Santo e já está na 27ª edição. 😀 A prova conta com percurso único de 16 km, saindo da orla de Vitória e indo para a fábrica da Garoto em Vila Velha. 😀

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Terceira Ponte e todo seu charme. (Fonte: Folha de Vitória)

Eu fiquei hospedada em Vitória, na mesma rua da largada e gostei muito do local. Para quem vem de outros estados, é uma boa, porque você fica perto da largada, e perto da orla de Vitória que tem uma estrutura muito legal para esportes com pista de corrida e ciclovia, além de estar a alguns passos da praia. <3 Na região também tem shopping e diversos restaurantes.

Retirei o kit no sábado e a retirada de kits foi super tranquila, não havia uma fila grande e era bem sinalizada. Todos os corredores receberam: número de peito, chip descartável, camiseta da prova, desconto de 10% na lojinha da Garoto e alguns chocolates dentro de uma mochilinha. Depois de retirar o kit havia diversos painéis para o pessoal tirar aquela foto bacana. Num dos painéis tinha até um promotor que tirava e sugeria poses. 😀 E se você postasse a foto nas redes sociais e usasse a #10MilhasGaroto ainda ganhava chocolate.

A loja da Garoto em Vila Velha é bem legal, além dos chocolates tem também camiseta, agendas, guarda-sol, imãs, chaveiros… e vários kits especiais com chocolates que só vende lá. 😀 Vale a visita e umas comprinhas.

Ao lado da loja fica o Museu. Você pode agendar pelo site uma visita à fábrica, e também já aproveita e visita o museu (no site você também pode fazer uma visita virtual). Visitei o museu (você faz a visita em 30 minutinhos) e achei bem legal conhecer a história da Garoto. 😀

No sábado também participei da coletiva de imprensa e peguei algumas dicas com a Josiani Cardoso e o Giovanni dos Santos. 😀

No dia da corrida acordei às 6h30, me arrumei rapidinho e tomei o café da manhã no hotel. Depois fui pra largada encontrar as amigas, tirar fotos e curtir o clima antes da prova começar.

A largada é dividida em quatro pelotões: vermelho, roxo, branco e verde. E funcionou super bem, pois não vi ninguém reclamar que teve que fazer muita ultrapassagem. O percurso é uma delícia, e a cereja do bolo dessa prova. Você larga em Vitória, na orla, segue pela cidade, tudo plano, até que sobe uma ponte (Terceira Ponte) e tem uma vista linda. Aliás, essa subida é um dos desafios da prova, mas eu achei bem tranquila, pois ela não é muito inclinada.

Quando comecei a subir, mais ou menos no km 5 da prova, fui junto com uma galera e o pessoal era muito animado, animava até quem estava andando, então até que passou rapidinho a subida (+ou- 1,5km sem pausa). Depois vem a mesma distância só que descendo, senti mais a descida do que a subida, por conta de ficar segurando o ritmo.

Aí vem outra parte legal da prova, você chega em Vila Velha e tem muita torcida nas ruas! Muita mesmo! E foi aí que o sol começou a castigar todo mundo, infelizmente vi muita gente passando mal. 🙁 Até começar a descer a ponte estava bem tranquila quanto a temperatura, depois precisei de muita água e gelo pra dar contar. O pessoal que mora lá e sempre vai na prova comentou que foi uma das provas mais quentes, eu que tava treinando no frio, sofri. Mas sempre falo que sofrer faz parte, e serviu como um bom treino para a Meia do Rio que enfrento daqui poucas semanas. 😀 Você recebe um limão e faz uma limonada, né? 😛

Os últimos 500 metros dessa prova é sensacional, além da torcida nas ruas, também tem uma torcida bem grande em arquibancadas e dá aquele gás pra você terminar! Terminei super agitada e feliz, querendo correr tudo de novo! 😀 (se não estivesse tão quente… hahaha)

Daí achei um pouco confuso pra pegar a medalha, diferente da maioria das provas que você termina a prova e recebe água, medalha e lanchinho antes de sair da chegada. Você terminava e já ia pra rua, junto com quem não correu e com quem já estava com medalha, e tinha que ir até um local (estacionamento) para retirar a medalha e as outras coisas. Fiquei achando que tinha passado a entrega da medalha e como tinha gente que tinha corrido e pessoas que não tinham, era uma muvuca sem fim. Não tinha nenhuma pessoa avisando para onde você deveria ir. Perguntei pra um corredor que já estava com a medalha, e todo mundo a minha volta respirou aliviado porque estávamos todos perdidos, haha. Depois de pegar tudo ainda indiquei pra muitas pessoas onde era o local. Fica aqui minha dica para fecharem essa área, colocar mais próxima da chegada e entregar tudo antes da pessoa sair, e essa parte só os corredores terem acesso. 😉 Facilitaria muito! Não é à toa que a maioria das organizadoras faz dessa forma.

Quanto à hidratação, a prova foi ótima, havia cinco postos com água e todos bem cheios! (Fica a dica: não há postos na ponte, somente antes e depois dela, pegue uma garrafinha antes de subir). Não há postos com isotônico ou qualquer outro tipo de alimento, é só água mesmo. 😉 Eu fiz essa prova sem tomar gel, para testar mesmo, e não senti falta, mas alguns amigos sentiram falta de pelo menos um isotônico.

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Medalha linda. <3

Eu queria muito correr essa prova e foi a realização de um sonho, obrigada Garoto e Nestlé pelo convite! :* Essa é uma prova que todos devem fazer uma vez na vida, o Espírito Santo é lindo (eu quero voltar para turistar e quem sabe até pra correr novamente) e a prova é ótima, percurso muito legal, adicionem nas listinhas aí de vocês! 😀

Olá, mulherada!

No último domingo, dia 17 de abril, fomos para Porto Seguro na Bahia para correr a 1ª Meia Maratona de Porto Seguro. Chegamos na sexta-feira e no mesmo dia fomos buscar o kit. Ficamos hospedadas no Éden Praia Hotel que era bem ao lado do Shopping Porto Plaza, onde era a retirada de kits, e que também era ao lado da largada. Gostamos muito da localização, bem no centro de Porto Seguro, perto de tudo. 😀

A retirada de kits foi tranquila. Entregamos os comprovantes e recebemos nossa sacolinha com chaveiro de Porto Seguro, fitinha, barrinha, promoções, camiseta da Mantle, número de peito e chip descartável.

Depois da retirada, fomos dar uma volta pela cidade e, de cara, já gostamos dos preços de tudo. Biquínis baratos, vários tipos de vestidinhos, muitas lembrancinhas baratinhas e bonitas… aproveitamos! Seguimos a recomendação de uma amiga (obrigada, Fari!) e jantamos no restaurante Colher de Pau. Ju escolheu uma moqueca e nos deliciamos. Restaurante muito bom.

No sábado, tínhamos a manhã livre. Acordamos cedo, tomamos café no hotel e partimos para a praia de Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália, cidade que fica ao lado de Porto Seguro e onde foi rezada a primeira missa do Brasil (são uns 20 minutos de carro, mas ônibus circulares também fazem o percurso). Água morna, com poucas ondas e um sossego… Foi ótimo para relaxar e descansar!

A praia de Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália (Foto da Ju)

A praia de Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália (Foto da Ju)

Aqui vem uma observação: em Porto Seguro, tem muitos transportes alternativos. Nós seguimos as recomendações e optamos por pegar sempre táxi e ônibus. Se alguém te oferecer uma carona barata e for um carro comum, não corra o risco por conta de 2 a 5 reais de diferença, opte sempre por ônibus e táxis (o carro que é táxi é marcado como tal). O transporte alternativo é bem comum por lá e o pessoal aborda o tempo todo. Como os taxistas estão acostumados com a concorrência, eles sempre oferecem para você dividir o táxi com outras pessoas para o preço ficar baixo e, se você não quiser dividir, eles sempre negociam o preço. 😉 #fikadika

Depois de uma manhã deliciosa na praia e um almoço caprichado (com muito camarão, do jeito que eu amo, rs) fomos pro congresso da corrida. Conferimos palestras com a nutricionista esportiva Iata Ramos sobre suplementação, uma análise sobre o crescimento das corridas de rua na Bahia com André Araújo, e as histórias de superação de Daniel Gracie e do ultramaratonista Carlos Dias (somos fãs!).

Jantamos no restaurante Canto Italiano o tradicional prato de massas pré-prova. Restaurante gostoso e pratos bem caprichados, preço bom também. E fomos dormir cedo, afinal, no domingão íamos acordar cedo pra correr.

A prova tinha percursos de 5k, 10k e 21k. Eu fui na meia-maratona e a Ju nos 10km. Acordamos cedinho, nos aprontamos, e o hotel havia preparado um café da manhã mais cedo para quem ia correr. Às 7h, estávamos curtindo a animação da largada.

A largada atrasou e, às 7h50, saímos com um tempo ameno para os baianos, mas pra nós, paulistas, estava era calor, rs. 😛 O percurso das três distâncias era o mesmo, seguindo pela orla da praia; quando chegava na metade da distância, havia um retorno. Tudo bem plano, com apenas uma subida. Sem falar na beleza do trajeto que é demais, uma das provas mais bonitas que já fiz. Achei uma boa prova para quem já corre no calor e quer estrear na meia-maratona.

A hidratação para os 5km e 10km foi perfeita, porém quem estava fazendo a meia-maratona sofreu um pouquinho entre o km 11 e 16 – havia pontos de hidratação, mas não havia água. Eu, que fiz a meia, também senti falta de um ponto com isotônico.

Meu objetivo nessa prova era correr tranquila como treino para provas futuras. Fui num ritmo confortável e baixei 23 minutos da minha última meia, uma semana antes no Rio. Terminei feliz. 😀 Como eu participo de muitas provas, nem todas vou pra bater RP, então elas servem como treino. No começo era difícil segurar, hoje aproveito para curtir a prova, conversar com o pessoal.

Nos 21km, teve sol de rachar, chuva fraquinha, mais sol de rachar e uma chuva bem forte. Na hora da chuva forte, aconteceu algo que nunca tinha me acontecido. Como a prova ocupava meia pista, passou um ônibus rápido, levantou a água da chuva do asfalto e eu tomei um banho da cabeça aos pés. Sorte eu respirar pelo nariz, hahahaha. Tive uma crise de riso no meio da corrida por conta disso. Depois parou a chuva completamente, veio o mormaço e por fim o sol de rachar novamente (nos últimos 5km, o asfalto nem tava molhado, para vocês terem uma ideia do calor). Curti muito o clima da prova, pessoal se ajudando, eu parei duas vezes para ajudar. Uma dividi um copo de água e na outra ajudei uma moça que estava com câimbra. E no último quilômetro ainda fui conversando com um senhor muito simpático.

Nos 10km, a Ju também se encantou com o clima de confraternização e solidariedade entre os corredores. Ela conta:

Acho que eu nunca conversei tanto em uma prova! Mesmo com água a cada 2km mais ou menos, o calor me pegou de jeito, mas todo mundo estava se incentivando e teve até quem correu do meu lado pra puxar papo, perguntar se eu queria água, dar dicas… Tudo isso feito com um carinho imenso. No último ponto de hidratação, parei para molhar a cabeça e a camiseta, e uma das moças da equipe veio perguntar se eu estava bem, muito atenciosa. Trocamos algumas palavras rápidas e aquilo me deu um gás! Consegui terminar a prova em um ritmo bem melhor e dentro do tempo que eu corro normalmente os 10k. No fim das contas, mesmo com dificuldade, superei o calor e fiquei muito feliz com o resultado. E ainda realizei um sonho: cheguei inteirinha molhada (de suor e água) e, como a arena era literalmente ao lado do nosso hotel, fui para o quarto, tomei banho (!!) e pude esperar pela Mari linda, cheirosa e com uma roupa sequinha. Não é demais?! 😉

Após a corrida, passamos no hotel para nos trocar e fomos para um almoço com os campeões da prova na Barraca do Gaúcho, barraca excelente. As barracas por lá são muito famosas, elas oferecem uma estrutura completa com restaurante, entretenimento e mesas com guarda-sol na praia. Depois do almoço, pegamos uma mesa na praia de Taperapuã e fizemos um dos melhores pós-prova: tomar sol, entrar no mar e ficar à toa a tarde toda. 😀

Praia de Taperapuan (Foto da Ju)

Praia de Taperapuã (Foto da Ju)

Nós adoramos correr na Bahia! Adoramos Porto Seguro e queremos muito voltar para correr outras provas. 😀

Obrigada VidaSport Eventos pelo convite e Netshoes pelo patrocínio e apoio. <3 Em breve, contaremos tudo sobre os tênis e acessórios que usamos durante a prova. 😉

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