No último domingo, aconteceu aqui em São Paulo a Tricolor Run, primeira corrida de rua oficial da Under Armour no Brasil, realizada em parceira com o São Paulo Futebol Clube. Como boa são-paulina, não podia deixar de prestigiar esse evento, né? 😉

A medalha não poderia ser diferente! (Divulgação/Under Armour)

Além de poder usar as cores do meu time do coração e ter essa medalha lindaaaaaa com o símbolo do SPFC, a prova teve outras atrações para os corredores: tanto a largada como a chegada foram dentro do Estádio do Morumbi, na pista de atletismo que fica em torno do campo de futebol. E os percursos, de 5 km e 10 km, passavam pelas ruas do bairro, um local onde não se costuma ter provas aqui em São Paulo. Por incrível que pareça, apesar de estarmos na maior cidade do país, a maioria das provas segue os mesmos trajetos e ter a chance de correr em um lugar diferente sempre faz meus olhinhos brilharem! 😀

Toda a prova foi cercada de muita expectativa! As 3 mil vagas esgotaram rapidinho e vários treinos de aquecimento exclusivos para os inscritos deram um clima especial para a prova, sem falar em um desafio virtual mensal para mantet todo mundo animado e focado nos treinos. E os corredores também podiam escolher a cor da camiseta: branca, preta ou vermelha. Demais, né?!

Pódio feminino nos 10 km: 1ª Giovana Costa Martins; 2ª Detlei Hasse; 3ª Vanessa Ferreira Moura (Divulgação/Under Armour)

E a mulherada que liderou os 5 km: 1ª Marilene de Jesus Ferreira; 2ª Juliana Pereira de Souza; 3ª Ana Paula Moretti (Divulgação/Under Armour)

Como a prova teve poucos participantes em comparação com os grandes circuitos de corrida que temos por aqui, e as largadas foram separadas para os 10 km e os 5 km (com 10 minutos de intervalo entre elas), a prova começou bem tranquila para mim. Até que a pista de atletismo deu afunilada e eu acabei ficando entre a pista e a grama, que estava um pouco molhada, e… escorreguei! Hahahaha… Não foi nada grave, levantei rapidinho e continuei correndo como se nada tivesse acontecido, mas foi a primeira vez que eu caí em uma prova, então tinha que registrar aqui, hahahaha… 😛 Para tudo na vida tem uma primeira vez, né?

Micos à parte, rs, o percurso foi um pouco complicado porque a CET não liberou o fechamento completo das ruas e tivemos que dividir parte do espaço com os carros. Isso fez com que o espaço para os corredores ficasse um pouco estreito e, especialmente na segunda volta do pessoal dos 10k, deu uma tumultuada. Como eu estava correndo 5k e não estava preocupada com tempo, nem nada, não me incomodei, mas acho que para quem estava com um objetivo de performance ou correndo no percurso maior, deve ter sido um pouco irritante.

Bem lá no final do percurso, tinha uma descida deliciosa e não poderia terminar melhor: dentro do estádio do Morumbi. Esse finalzinho, para mim, compensou todos os perrengues e as subidonas do bairro do Morumbi! Hahahaha… Com certeza, faria a prova de novo, especialmente porque a temática foi puro amor, hahahaha… 😉

E você, correu essa prova? O que achou? Conta pra gente nos comentários!

Parte da turma super animada do Pelotão Eu Atleta! (Foto: Marcos Riboli/Divulgação)

No último domingo, 19 de fevereiro, abri oficialmente meu calendário pessoal de corridas de 2017! Hahahaha… Ai, gente, nada como uma corridinha para dar uma animada nos nossos treinos, né? Aquele clima de prova funciona como um “boost” imediato de energia para mim. 🙂

O convite veio do Eu Atleta, que levou uma galera incrível para correr a Meia Maratona Internacional de São Paulo. A prova tem percurso de 5k, além dos 21k — fiquei com o mais curto. Corri a prova toda ao lado do meu marido, que também está voltando para os treinos de corrida depois das nossas merecidas férias! 😉 Hahahahhaa…

Nossa clássica fotinho pós-prova!

Essa é uma prova bem tradicional de São Paulo, com largada e chegada no Estádio do Pacaembu, mas eu nunca tinha participado antes. Sabia, contudo, que seria cheia! Então já fui me preparando para encarar aqueles probleminhas que costumamos encontrar em provas curtas com muita gente, em especial, a dificuldade de pegar o ritmo que pretendemos desde o início devido à multidão e os temidos “paredões” de caminhantes.

Porém, como a prova estava dividida em pelotões por pace e a organização foi bastante rígida nesse ponto, fazendo um controle intenso para garantir que apenas os corredores com a cor indicada no número de peito entrassem nos acessos à largada, consegui pegar a velocidade que planejei já nos primeiros metros e segui assim até o final. Eu poderia ter largado na frente, mas preferi sair mais atrás, com o pelotão do meu pace mesmo, justamente porque minha experiência anterior largando com um pelotão mais veloz não foi muito legalCom certeza, a melhor escolha para mim!

Outro ponto que ajudou nesse aspecto, acredito, foi o fato de a grande maioria dos participantes ter optado pelo percurso de 21k, ou seja, eram corredores mais experientes e que estavam seguindo uma estratégia para a prova.

Na chegada, recebemos água, frutas, biscoitos, isotônico, água de coco e até whey! Pós-treino completíssimo, né? Tinha para todos os gostos. Fiquei um tempinho na tenda do Eu Atleta conversando com o pessoal, tirando muuuuitas fotos e ainda ganhei uma massagem esportiva para relaxar as pernas. Uma delícia! Comecei 2017 muito bem! 😉

Sobre a questão dos pipocas: esse é um tema bastante controverso, né? Entre nós três, temos conversado bastante sobre todos os aspectos dessa polêmica, prós e contras das campanhas que vêm sendo feitas, e optamos por falar sobre esse assunto com mais calma depois, em um post separado.

Você também participou dessa prova? O que achou? Conte nos comentários!

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