No dia 3 de junho, rolou aqui em São Paulo mais uma edição da Gillette Body Running Experience, prova noturna com percursos de 5 e 10 km. Como no ano passado, participei correndo no percurso de 5k, a convite da Gillette – que mandou uma caixa linda com os kits aqui para casa, vocês viram no Stories?!

A prova estava bem diferente da de 2016 (veja como foi no ano passado). Primeiro, o percurso de 10k tinha largada separada, 40 minutos depois da dos 5k, e era basicamente duas voltas do percurso de 5k. Além disso, a prova deste ano aconteceu no Memorial da América da Latina, com percurso pelo Minhocão – bem parecida com a Rolling Stone Music & Run de novembro de 2016. Porém, a largada foi em outro ponto, atrás do Memorial. Isso me confundiu um pouco e acabei largando um pouco atrasada porque estava achando que a largada seria onde foi, na verdade, a chegada! #lerdezas

No site oficial da prova, você pode baixar algumas fotos em alta resolução gratuitamente. É só buscar pelo seu nome ou número de peito! 😉

O percurso é bem legal, mas essa foi uma prova que não fluiu muito bem para mim, nem para o meu marido. A gente está numa rotina bem louca de estudos, tem semanas que eu só não tenho aula na sexta e no domingo! Então, não só estou em um ritmo de treinos bem mais leve, como estou me sentindo cansada. (É tanta correria que esse post está entrando super atrasado no blog, rsrs…)

Mal posso esperar pelas férias de julho para ter uma folga no MBA e poder treinar com mais regularidade!

Apesar de o meu desempenho ter sido terrível, hahahaha, foi bom sair de casa um pouco, dar uma pausa nos estudos, correr à noite (que é algo que eu adoro! Meu horário favorito para treinar) e ver alguns amigos pela arena.

O Ivan levou a família toda para correr!

No pós-prova, além de food trucks e painéis de fotos, a arena teve um show com DJ, jogos de luzes e fumaça (veja aqui que legal o “robô”) e outras atrações para os corredores. Também era possível fazer algumas pinturas no rosto, usando uma tinta especial que brilha na luz negra. O pessoal curtiu porque a fila estava bem grandinha! rs

Achei que a prova estava bem organizada e as largadas separadas para 5k e 10k deixa o percurso mais tranquilo, porque ficam menos corredores na pista. O local também é ótimo, do lado metrô Barra Funda. Vamos ver quais surpresas a Gillette Body Running Experience vai nos trazer da próxima vez!

Você também participou dessa prova? Conte o que você achou nos comentários!

Na semana passada, a Ju contou parte de como foi a primeira parte da Wine Run (se ainda não viu o post, acesse aqui e leia primeiro. ;))

Hoje é dia de contar como foi a segunda parte da prova e também o que aproveitamos por lá depois da corrida.

Depois que a Ju pegou o ônibus dela, eu fiquei por pouco tempo no quarto, aproveitei para ir ao banheiro, dar uma última geral e fui esperar para ir para o local da troca de revezamento. O trajeto durou uns 30 minutos e cheguei no Espaço Cruzeiro por volta das 8:30, ainda tinha bastante tempo para esperar.

No local da troca, tinha frutas, água e suco disponível para os corredores. O tempo que fiquei lá conversei com algumas pessoas que me contaram um pouco sobre o segundo trecho e falaram que este ano o clima estava perfeito! Nos anos anteriores, ou fez frio demais ou caiu muita chuva. Em 2017, o tempo tava bom e daria para curtir bastante o percurso.

Eu calculei mais ou menos o tempo que a Ju iria chegar e uns 40 minutos antes, fui a banheiro, comi uma banana e fiquei olhando os corredores que chegavam, todo mundo aplaudia, foi uma energia bem legal. Depois fui para o local aonde estava acontecendo as trocas e chegou minha hora de correr.

Na minha parte do percurso, variou bastante entre subidas e descidas, o terreno também alterou entre asfalto, terra, asfalto com pedras e como no primeiro, a paisagem é linda! Todo o esforço de subir e descer compensa pela paisagem. Não foi fácil, mas foi super gratificante passar aqueles momentos em contato com a natureza, curtindo cada trecho da prova.

Durante todo o segundo trecho, em locais em que no percurso tinha que virar, ou entrar em determinadas ruas, sempre tinha alguém do staff para orientar e a hidratação estava ótima, a cada 3 quilômetros tinha água.

Depois de 1km de subida, já dava para escutar a música e animação da arena, eu virei para passar pela chegada e vi a Ju na minha direção, foi muito bom. <3

Felizes na chegada 🙂

Na chegada, retirei minha medalha e minha taça da Festa do Espumante. E foi a hora de aproveitar! rs. Fui um dos melhores pós-provas da minha vida! hahah. Tinha comida boa (polenta… hummmmm, massa, sagu de vinho, pipoca, cachorro quente), música animada e os espumantes estavam muito bons! Eu e a Ju aproveitamos muito.

Aquele pós prova que você respeita. 😛

O legal de viajar para correr, é que aproveitamos bem mais o pós-prova. Aqui em São Paulo, vou nas corridas e logo já tenho que voltar para casa e tem um milhão de coisas para fazer. Lá em Bento Gonçalves, aproveitamos, para curtir bastante. Chegamos no hotel já era umas 15:30. E o resto do sábado aproveitamos para descansar.

No domingo pela manhã fomos conhecer a Vinícola Alma Única, que é nova e super moderna. Gostei muito da modernidade. Aprendemos um pouco sobre o processos deles de produção e experimentamos o vinho Syrah, muito gostoso.

 

Vinícola Alma Única

Para fechar nossa viagem, fomos almoçar no restaurante Canta Maria, que é bem pertinho do hotel e foi uma delícia! Nós estávamos com muita vontade de comer comida de verdade, quentinha rs. No domingo aproveitamos o restaurante e a comida é bem farta. Tinha duas opções no menu e tudo estava uma delícia. Pode voltar, já? 🙂

A Ju já disse no post anterior: ano que vem queremos voltar para fazer 21k solo. Pra mim, foi uma viagem muito gostosa, os gaúchos são super receptivos, e foi muito divertido correr em outro lugar. Quero mais. 🙂