Para celebrar o lançamento do Nike Air Zoom Pegasus 34, tênis que aproveita algumas das tecnologias desenvolvidas para o projeto Breaking 2, a Nike nos convidou para correr no Speedland, um kartódromo que fica no bairro do Tatuapé, em São Paulo (do lado de casa! rs). E como todo mundo queria acelerar na pista, nos dividimos em equipes para uma competição de revezamento – foi bem divertido! 🙂

E ainda gravamos esse videozinho mara!! 😀

Ficou muito massa, não?! Adorei! rs

Se correr no asfalto não é nenhuma novidade para a maioria dos corredores, tem um detalhe importante em uma pista de kart que não estamos tão acostumados assim: elas são cheias de curvas, algumas bem fechadas! Então, além de testar o novo tênis – que vai ganhar uma resenha detalhada aqui no blog logo mais –, nós também aprendemos algumas dicas com a Milena Preter, coach do NRCSP, de como acelerar e desacelerar com segurança nos trechos mais sinuosos do percurso. 😉

Claro que não podia deixar de compartilhar essas dicas com vocês, né? Afinal, quem nunca sentiu uma raivinha quando percebeu que perdeu velocidade depois de uma curva inesperada?! 😛 Hahahaha…

A primeira dica é aquecer bem o corpo, por pelo menos de 15 a 20 minutos antes de começar a correr. “Sem esse aquecimento, fica inviável começar o treinamento, que pode provocar lesões ou fornecer algum incômodo durante o exercício. Toda cautela no início do treinamento de pista é pouca, e isso deve ser um ponto muito importante para todos os corredores que desejam treinar e se tornar melhores”, ressalta Mi.

Outra preocupação é com relação ao tipo de tênis que você vai usar. “Para treinos de velocidade, o mais indicado é usar um calçado voltado para treinos em pistas, que deem impulsão e boa estabilidade”, orienta a treinadora. “A pista favorecerá a sua impulsão durante a corrida, tornando o exercício mais veloz. Para alguns corredores que estão começando, isso pode ser um perigo e comprometer o tornozelo e outras articulações.”

Respeitar o ritmo proposto do treino e não tentar fazer mais do que foi pedido também é um ponto que deve ser analisado. “Os corredores iniciantes podem se sentir ansiosos para correr a mais uma repetição de um treino na pista, fazendo com que o corpo se desgaste além do que poderia. O ritmo certo e o treino certo quem define é o seu treinador; caso você não tenha, monte algo de acordo com o seu nível e objetivos, ao passo de que também é possível fazer treinos longos e regenerativos em um terreno como esse”, explica Milena.

Para os corredores mais experientes, o processo de acelerar e desacelerar nas curvas acaba sendo automático, a medida que é algo gradual. Já os corredores iniciantes devem tomar o máximo de cautela no início do treinamento para assimilar todo esse processo e fazê-lo sem que haja sobrecarga nos músculos. “Ao entrarmos em uma pista com muitas curvas, alguns metros antes, já começamos a desacelerar e diminuir a mecânica. E, com a mesma velocidade que o corredor desacelerou, ele deve acelerar gradualmente até assumir a velocidade anterior à curva. Não há uma aceleração nem desaceleração brusca”, orienta Mi.

Muitos corredores erram nas curvas porque acabam acelerando no momento errado. “O ideal é que haja um desaceleramento na curva, uma vez que elas devem ser feitas com um ritmo mais lento. Isso ajudará o corredor a não se sentir fadigado ao final da curva e voltar ao ritmo certo quando entrar novamente em um sentido reto.”

Conhecer o percurso e o exercício que você fará com antecedência é outra dica da treinadora. “Ao conhecer o percurso, você se prepara mentalmente, montando uma estratégia para encarar cada parte dele. É esse conhecimento que fará com que você esteja ciente dos momentos certos para acelerar, desacelerar, ampliar a mecânica dos movimentos ou parar, e também quais ritmos utilizar durante o treinamento”, explica. “Quando o percurso é conhecido, o corredor leva mais vantagens porque sabe exatamente o que fazer e como fazer.”

Espero que com essas dicas vocês possam encarar as curvas sem medo de perder o ritmo! 😀

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Quem aqui já tentou “compensar” um período sem ir na academia ou de muito estresse treinando pesado e sem intervalos? Some isso a uma rotina intensa, com alimentação inadequada e noites mal dormidas… Opa, pode parar! Ao invés de beneficiar seu corpo, essa combinação pode ter efeito contrário e ocasionar um processo de desgaste das células e de perda de massa muscular, chamado catabolismo muscular.

Quando o corpo entra no processo de catabolismo muscular, ele usa as fibras musculares para obter energia – por isso, você perde massa magra e não gordura! Se você está emagrecendo, mas seu porcentual de gordura não diminui, fique atenta porque essa pode ser a causa.

Mas como resolver o problema? Segundo a equipe da Academia Bio Ritmo, um dos principais motivos para o catabolismo muscular é alimentação desbalanceada. Quando não repomos os nutrientes que o corpo perdeu durante o treino, o organismo acaba utilizando suas próprias reservas e tecidos na tentativa de repor o que foi gasto.

O ideal é conversar com um nutricionista ou nutrólogo para que você seja orientada sobre as melhores opções de alimentação antes e depois dos treinos, de acordo com a sua rotina e as suas necessidades energéticas. De modo geral, valem aquelas dicas que são nossas velhas conhecidas: não fique muito tempo sem comer, evitando treinar em jejum. Carboidratos, em especial os de baixo índice glicêmico, ajudam a sustentar o corpo durante os exercícios físicos e garantem mais energia. Inclua também proteínas, verduras e frutas no cardápio, com destaque para as ricas em vitamina C. Evite bebidas alcoólicas. E, claro, beba muita água!

Dependendo da duração das sessões (se excederem uma hora, por exemplo) e da intensidade, talvez você também tenha que ingerir algum alimento ou suplemento durante os exercícios. Sim, na academia! Da mesma forma que usamos um gel de carboidrato naquele longão de fim de semana, sabe? Mas tenha em mente que nem sempre um treino longo de musculação é o mais eficaz. Conte com o auxílio de um profissional de educação física para preparar uma rotina de treinamento adequada para você. 😉

Estresse e falta de sono são outros fatores que podem desencadear o catabolismo muscular. Como sempre falamos aqui, o descanso também é parte dos treinos – e um descanso com qualidade, para que você se sinta renovada e com as energias recarregadas. Cumpra os “day offs” da sua planilha, conforme as orientações do seu treinador.

Faça intervalos entre os treinos e respeite seus limites físicos. E, em caso de dúvidas, sempre procure um especialista.

Bons treinos, mulherada!

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