Top Nike Pro Hyper Classic e Top Nike Pro Indy

Olá, mulherada!

A nossa busca pelo top perfeito nunca termina, né? Não sei vocês, mas considero o top uma das peças mais importantes para os meus looks de treino, só perdendo para o tênis! Hahahaha… Falando sério, não tem nada pior que correr ou fazer qualquer outra atividade sentindo que os seios estão “pulando” mais do que deveriam ou sentindo algum incômodo, né?

Hoje vou falar um pouco mais sobre dois modelos de top da linha Pro da Nike, o Hyper Classic e o Indy. Estou usando os dois já há algum tempinho e queria compartilhar minhas impressões com vocês!

Top Nike Pro Hyper Classic

Esse top tem uma modelagem mais clássica, porém é feito com um tecido de compressão que dá suporte multidirecional, trazendo mais segurança e firmeza do que os tops comuns. Ele é indicado para atividades de médio impacto, como bike, dança e aulas de cardio na academia, mas acho ele tão confortável que já usei diversas vezes para correr. Inclusive, foi o top que escolhi para a minha primeira meia maratona.

Na parte que fica abaixo dos seios, ele tem uma faixa elástica um pouco mais larga que dá uma sensação de ajuste muito boa. O tecido é macio, não me incomodou em nada. Todas as costuras são seladas para não ter atrito contra a pele. Aliás, a única coisa que me incomodou neste top é que ele vem com aquelas etiquetas gigantes, sabe? Eu não sou de cortar a etiqueta das roupas, mas recomendo tirar neste top porque, pelo menos para mim, ela ficou em um lugar bem chato, próximo ao braço, e acabou assando na primeira vez que usei. Mas nada que uma tesourinha não resolva! 😉

Ele vem com bojos removíveis, que não dão volume aos seios, mas ajudam a deixar um formato mais bonito, mais natural. Eu sempre tive pavor de tops com essa modelagem mais clássica porque acho que eles esmagam os seios. Claro, fica um pouco mais “compacto”, mas nada feio. A sensação de conforto e segurança, com certeza, compensam. Também tem um detalhe nas costas em tecido telado para maior ventilação e frescor.

Close do Nike Pro Hyper Classic (Divulgação)

O preço sugerido é de R$ 149,90, mas é possível encontrar algumas cores por até R$ 99,90. Vale o investimento!

Onde comprar: Nike.com

Top Nike Pro Indy

Ele é uma gracinha, porém não é a melhor opção para quem tem seios grandes, o que é o meu caso, especialmente se a intenção é usá-lo para corrida. (Porém, já ouvi relatos de amigas com seios pequenos que gostam de usar esse top para correr.)

Além de ter alças finas, o que torna o Nike Pro Indy mais indicado para atividades de leve impacto, como pilates, alongamento, caminhada etc., ele é mais cavadinho nas laterais (próximos aos braços). Se vocês olharem na foto do começo do post, poderão perceber a diferença entre esse e o outro top, sendo que os dois são do mesmo tamanho (G). Então, acabo usando na musculação ou em alguma atividade mais leve na academia, já que não me sinto à vontade para fazer movimentos muito “bruscos” com ele, rs.

Como o modelo anterior, vem com bojo removível para dar definição aos seios, sem aumentar o volume, detalhe em tecido telado nas costas que deixa a pele mais fresquinha e faixa elástica no tórax para melhor encaixe. Uma coisa que eu gosto bastante nesse modelo é o decote, dá uma impressão de seios mais bonitos.

Quanto ao preço, varia entre R$ 119,90 e R$ 139,90 – mas é possível encontrar mais barato na internet em algumas cores. Vale a pena se você tem seios pequenos ou quer um top para atividades mais “light”. Se você procura por sustentação, eu sei que ele é lindo, mas não vai te atender.

Esse top aparece com várias variações no nome (Strappy, Cool, Jewels, Techno Glitch…), mas pelo que pude notar elas geralmente indicam mudanças no tecido e outras pequenas alterações no design das peças que mais têm a ver com a estética do que com a funcionalidade. Então, acredito que você pode tomar esse modelo como base, mesmo que o nome da peça que você viu seja um pouco diferente no final.

Onde comprar: Nike.com | DafitiNetshoes | Kanui | Centauro

Para quem está procurando um top de alto impacto, daqueles que sustentam beeeeem os seios – e que são ótimos para treinos de corrida mais longos e/ou intensos –, o modelo da Nike mais indicado é o Pro Rival. A resenha dele está neste post aqui.

E vocês, usam algum top da Nike? Qual modelo? Deixem suas opiniões nos comentários!

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Conheci a Fernanda Burin em uma viagem para Brotas, no interior de São Paulo (faz tempooo!). Por acaso, ficamos no mesmo hotel e ali surgiu uma amizade com uma turma muito divertida. Anos depois, não é que a corrida nos aproximou novamente? E o melhor é que a Fê sempre tem uma dica bacana de top para me dar, já que nós duas somos da turma do “peitão”, hahahaha…

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Como eu sei o quanto é difícil achar um top com boa sustentação para atividades de alto impacto, pedi para ela fazer um post com as suas sugestões aqui pro blog. Então, se você também está a procura de um top que dê conta do recado, anote as dicas certeiras da Fê! 😉

Com que top eu vou? (Se eu tenho um peitão?)

Por Fernanda Burin

No Brasil, sempre tivemos peito médio, mas há alguns anos começamos a notar um aumento na população de mulheres com peitos maiores, naturais ou com silicone. Com 16, 17 anos, eu já tinha o corpo de hoje, com peito acima da média das colegas do colégio. Por isso, usar soutien com top sempre foi algo comum para mim, jogando vôlei e treinando outros esportes.

Em 2010, fiz a minha primeira corrida e, conforme comecei a treinar, percebi que estava machucando o peito. Foi quando encontrei um top duplo da Adidas cujo diferencial com certeza era o modelo e o material. Tinha um decote em V e com outro tecido mais alto cobrindo bem o peito, o que dava boa sustentação e pouco espaço para movimento (resenha de um modelo similar aqui). Nesse momento, entendi porque a combinação de top e soutien não era suficiente: o distanciamento entre eles estava gerando atrito.

O Top Cruzado GT SN é o modelo mais próximo do que a Fê comprou em 2010

O Top Cruzado GT SN é o modelo mais próximo do que a Fê comprou em 2010 – sai por R$ 99,99 na loja virtual da Adidas.

No final de 2011, experimentei um top da Danskin em um outlet e já fiquei apaixonada no provador. Vesti, pulei e… nada! Pouco movimento e boa sustentação, algo bem diferente. Na primeira corrida com ele, tive a certeza de que arrumei problema para mim, porque só queria usar esse top! Seu principal diferencial é o material – o tecido parece de bojo, mas ele é uma peça única –, além de o decote ser mais alto e cobrir bem o peito.

Desde então, comprei tops de outras marcas e tentei várias opções, mas foi só depois de 3 anos que encontrei outro modelo que deu certo para mim – de novo, de uma marca estrangeira. Era o sports bra Knockout, da Victoria’s Secrets – surpreendentemente, uma peça única que parece uma mistura entre top e soutien. Aliás, é muito bom o site deles! No The Sport Bra Guide, você faz um quiz e ele mostra os modelos disponíveis em detalhes para que você encontre a melhor opção.

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Top da Danskin, com fechamento frontal com zíper, e o Knockout da VSX, que além do fechamento frontal tem uma espécie de sutiã embutido.

Apesar de recomendar fortemente esses dois modelos da Danskin e da VSX, só encontramos no exterior. Então, continuei buscando um modelo mais inteiriço aqui no Brasil também. Minha primeira tentativa foi o top duplo da Track’n’Field (resenha aqui), mas tanto o material quanto o modelo não são para alto impacto – pelo menos, não para quem tem peito grande de verdade. É bom, continuo usando, mas só para atividades físicas que não tenham saltos ou movimentos muito intensos.

Outro modelo pelo qual fiquei apaixonada — e ainda estou, por seu visual, estampa, lindo, estiloso e alto – foi o Top Cropped Zíper da Amaro. A descrição diz que é para alto impacto, mas infelizmente o tecido não dá a sustentação que eu esperava. Agora estou vendo dois outros modelos, da Marcyn e da Liz, e assim que comprá-los volto a escrever para contar o que achei para vocês.

Ficam aqui os itens que avalio em um top e sugiro a todas fazerem o mesmo:

  1. Modelo e tamanho: Sempre que possível, escolho tops que oferecem tamanhos diferentes para a taça e as costas (em quem tem muito peito, essas duas medidas fogem do padrão) para que não crie jogo ou espaço entre a peça e o corpo. Também dou preferência por modelos com decotes mais altos.
  2. Material: Procure tecidos mais estruturados (não significa duro) e tops construídos de forma inteiriça, para mais estabilidade.
  3. Fechamento: No meu caso, os tops que mostraram ter a melhor adequação e ajuste foram aqueles com algum tipo de abertura, seja frontal ou nas costas.

Gostaram das dicas da Fê? O que vocês também indicam na hora de comprar top de corrida? Deixem suas dicas nos comentários!

*Preços pesquisados em 6 de junho de 2016.