Olá mulherada!

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Tá chegando o carnaval, um dos feriados mais amados deste Brasil, e muita gente aproveita pra curtir, se jogar nos blocos, nas festas e churras com os amigos, e é claro, correr! Então montamos uma playlist bem animada com tudo que está bombando nas rádios para animar seus momentos de descontração e suas corridinhas. Bora ouvir?

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Bora correr?

Conheci a Fernanda Burin em uma viagem para Brotas, no interior de São Paulo (faz tempooo!). Por acaso, ficamos no mesmo hotel e ali surgiu uma amizade com uma turma muito divertida. Anos depois, não é que a corrida nos aproximou novamente? E o melhor é que a Fê sempre tem uma dica bacana de top para me dar, já que nós duas somos da turma do “peitão”, hahahaha…

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Como eu sei o quanto é difícil achar um top com boa sustentação para atividades de alto impacto, pedi para ela fazer um post com as suas sugestões aqui pro blog. Então, se você também está a procura de um top que dê conta do recado, anote as dicas certeiras da Fê! 😉

Com que top eu vou? (Se eu tenho um peitão?)

Por Fernanda Burin

No Brasil, sempre tivemos peito médio, mas há alguns anos começamos a notar um aumento na população de mulheres com peitos maiores, naturais ou com silicone. Com 16, 17 anos, eu já tinha o corpo de hoje, com peito acima da média das colegas do colégio. Por isso, usar soutien com top sempre foi algo comum para mim, jogando vôlei e treinando outros esportes.

Em 2010, fiz a minha primeira corrida e, conforme comecei a treinar, percebi que estava machucando o peito. Foi quando encontrei um top duplo da Adidas cujo diferencial com certeza era o modelo e o material. Tinha um decote em V e com outro tecido mais alto cobrindo bem o peito, o que dava boa sustentação e pouco espaço para movimento (resenha de um modelo similar aqui). Nesse momento, entendi porque a combinação de top e soutien não era suficiente: o distanciamento entre eles estava gerando atrito.

O Top Cruzado GT SN é o modelo mais próximo do que a Fê comprou em 2010

O Top Cruzado GT SN é o modelo mais próximo do que a Fê comprou em 2010 – sai por R$ 99,99 na loja virtual da Adidas.

No final de 2011, experimentei um top da Danskin em um outlet e já fiquei apaixonada no provador. Vesti, pulei e… nada! Pouco movimento e boa sustentação, algo bem diferente. Na primeira corrida com ele, tive a certeza de que arrumei problema para mim, porque só queria usar esse top! Seu principal diferencial é o material – o tecido parece de bojo, mas ele é uma peça única –, além de o decote ser mais alto e cobrir bem o peito.

Desde então, comprei tops de outras marcas e tentei várias opções, mas foi só depois de 3 anos que encontrei outro modelo que deu certo para mim – de novo, de uma marca estrangeira. Era o sports bra Knockout, da Victoria’s Secrets – surpreendentemente, uma peça única que parece uma mistura entre top e soutien. Aliás, é muito bom o site deles! No The Sport Bra Guide, você faz um quiz e ele mostra os modelos disponíveis em detalhes para que você encontre a melhor opção.

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Top da Danskin, com fechamento frontal com zíper, e o Knockout da VSX, que além do fechamento frontal tem uma espécie de sutiã embutido.

Apesar de recomendar fortemente esses dois modelos da Danskin e da VSX, só encontramos no exterior. Então, continuei buscando um modelo mais inteiriço aqui no Brasil também. Minha primeira tentativa foi o top duplo da Track’n’Field (resenha aqui), mas tanto o material quanto o modelo não são para alto impacto – pelo menos, não para quem tem peito grande de verdade. É bom, continuo usando, mas só para atividades físicas que não tenham saltos ou movimentos muito intensos.

Outro modelo pelo qual fiquei apaixonada — e ainda estou, por seu visual, estampa, lindo, estiloso e alto – foi o Top Cropped Zíper da Amaro. A descrição diz que é para alto impacto, mas infelizmente o tecido não dá a sustentação que eu esperava. Agora estou vendo dois outros modelos, da Marcyn e da Liz, e assim que comprá-los volto a escrever para contar o que achei para vocês.

Ficam aqui os itens que avalio em um top e sugiro a todas fazerem o mesmo:

  1. Modelo e tamanho: Sempre que possível, escolho tops que oferecem tamanhos diferentes para a taça e as costas (em quem tem muito peito, essas duas medidas fogem do padrão) para que não crie jogo ou espaço entre a peça e o corpo. Também dou preferência por modelos com decotes mais altos.
  2. Material: Procure tecidos mais estruturados (não significa duro) e tops construídos de forma inteiriça, para mais estabilidade.
  3. Fechamento: No meu caso, os tops que mostraram ter a melhor adequação e ajuste foram aqueles com algum tipo de abertura, seja frontal ou nas costas.

Gostaram das dicas da Fê? O que vocês também indicam na hora de comprar top de corrida? Deixem suas dicas nos comentários!

*Preços pesquisados em 6 de junho de 2016.