Oi gente, tudo bem? Faz um tempo que não faço este tipo de post. Após a Alice nascer, os treinos vieram em um ritmo devagar e equilibrando com a rotina de mãe, profissional e corredora.

Voltei ao treinos em abril. Fiz a avaliação da 4any1 para definirem meus treinos e começamos com algo bem leve, como alguém que praticamente volta a correr do zero mesmo. Passei mais de 6 meses sem correr e era natural que fosse aos poucos. No início, foi bem difícil, parecia que nunca mais ia correr como antes… rsrs… Parece que quando você volta e sabe aonde você já chegou, fica mais ansiosa para estar lá de novo. E ainda estou no processo.

Uma das corridas que fui após voltar a treinar: A Maratona de São Paulo! Eu e a Eri fomos juntas e foi a melhor coisa!

Uma das corridas que fui após voltar a treinar: A Maratona de São Paulo! Eu e a Eri fomos juntas e foi a melhor coisa!

Muitas vezes (e muitas mesmo) os treinos não saem como eu gostaria, por diversos motivos: as vezes porque já acordo mega cansada da noite agitada, as vezes é o trabalho, outras é o corpo mesmo que não responde.

E com tudo isso, eu aprendi a ter paciência, mas muita paciência mesmo. A verdade é que hoje, eu não dito completamente como será meu dia e minha noite, tem uma bebezinha linda de 7 meses que está comigo sempre e ela as vezes faz as coisas virarem de cabeça para baixo literalmente.

Bebês passam coisas como saltos de desenvolvimento, que são períodos que aprendem habilidades novas e é uma loucura… rsrs… Pelo menos por aqui está sendo, desde que Alice completou 6 meses. Ela acorda várias vezes a noite porque resolveu virar e engatinhar. Além da introdução alimentar e os dentinhos (ô coisa chata!). São tantas mudanças e que afetam o sono, que como mãe estou sempre junto para que ela passe da melhor maneira possível.

Com a rotina corrida, tenho tentado participar de pelo menos 2 corridas por mês, isso me mantem animada a continuar a treinando, apesar de dificuldades que aparecem no caminho. E tenho evoluído. Queria ir mais rápido, mas a minha realidade hoje me pede calma, muita calma! rs

Eu não tenho expectativa de terminar meu ano fazendo o meu melhor na corrida, esse é meu objetivo de 2016. Hoje, meu objetivo é continuar treinando para conseguir aumentar as distâncias para chegar na minha melhor forma no próximo ano.

Devagar e sempre, né? E quem sabe esse ano ainda não consigo alguns objetivos novos? Isso é assunto para outro post rs.

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Olá mulherada!

Vocês já devem ter ouvido falar dos treinos funcionais, hoje é uma das modalidades mais populares na academia, mas você sabe quando e por quê fazer?

O treino funcional pode ser elaborado de diversas formas, mas sempre tem o objetivo de trabalhar o corpo de forma global para que o praticante adquira força, equilíbrio, velocidade e resistência. Tudo que precisamos pra correr melhor, não é mesmo? Por isso o treino funcional é uma boa opção para quem não curte a musculação.

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O treino funcional também é legal porque pode ser realizado individual ou em grupo, então se você não curte treinar sozinha, pode chamar uma amiga e treinarem juntas. 😉 E se ela não curte malhar, como os exercícios são diversificados, eles conquistam até aqueles que não se identificam com atividade física. Uma boa oportunidade pra sair do sedentarismo. Se você curte malhar, o treino funcional é uma forma de variar e sair da monotonia da musculação.

Em um treino funcional com a duração de 45 minutos é possível gastar até 800 calorias e dá para trabalhar os músculos de membros inferiores, superiores, abdominais e posturais! 😉 Tentador, não?

Segundo Saturno de Souza, diretor técnico da Bio Ritmo Academia, qualquer pessoa que não tenha lesões está apta para incluir o treino funcional em sua rotina. Ele explica que o indicado é praticar de duas a três vezes por semana para que não ocorra a chamada síndrome do overtraining, quando o atleta faz mais exercícios do que seu corpo é capaz de se recuperar.

“Além disso, no treino funcional coletivo, que é oferecido para grupos de até 16 pessoas, o indivíduo tem ganho cardiovascular, uma vez que ele não tem pausa entre as estações trabalhadas, ou seja, o único intervalo é na troca entre as estações do circuito. Dependendo do objetivo da pessoa ela pode ganhar massa muscular ou perder peso. Quem quer ganhar massa tem que fazer uma alimentação voltada para isso, já para aquele que deseja perder peso e reduzir medidas o indicado é seguir uma dieta restrita, mas em ambos os casos o indicado é consultar o nutricionista”, explica o Saturno de Souza.

O grande diferencial do funcional é o dinamismo do treino e exploração de aparelhos e equipamentos que fogem aos tradicionais de musculação. Na Bio Ritmo, por exemplo, o aluno pode contar com o saco de areia para movimentos de boxe, corda naval, TRX (alças para treino em suspensão), kettlebell (bola de ferro fundido com uma alça), rolinho para abdominal, bosu (espécie de bola cortada ao meio), medicine ball (bola com peso), rubber band (elástico de resistência), monkey bar (espécie de barra fixa), além da barra olímpica para remada e a parede com pegada para escalada.

Algumas unidades Bio Ritmo dispõem com exclusividade do Synergy, estrutura metálica montada na área de musculação que permite a realização de exercícios com diferentes tipos de acessórios envolvidos. Em outras unidades da rede, as aulas acontecem dentro de uma sala de ginástica adaptada para este tipo de atividade.

Tá esperando o que pra começar? 😉 Vambora pro treino funcional!