Olá, mulherada!

No último sábado, 21 de maio, nós participamos da Maratona de Revezamento Bertioga-Maresias a convite da Reebok. <3

A Reebok é patrocinadora da prova e vestiu toda a nossa equipe com roupas, acessórios e tênis da marca e fomos muito mimadas. Em breve, falamos nossas impressões sobre tudo. Hoje é dia de falar sobre a prova. 😀

A prova pra gente começou bem antes do dia 21. Como é um revezamento, assim que fechamos nosso sexteto nos organizamos para saber quantos carros seriam necessários no apoio e quem iria em cada carro. Contamos com dois motoristas: César, marido da Ju, e Mauro, marido da Lucia. E ainda tivemos a ajuda de uma amiga, a Farida @farinesi, que já havia feito a prova e conhecia melhor a mecânica e os trechos. Assim, as corredoras do sexteto só precisavam se preocupar em correr. 😉

Para facilitar, fizemos até um mapinha dos carros, com as pessoas que iriam nele e em quais PCs cada um teria que passar. Então todo mundo sabia qual carro que ia pra cada posto de controle (PC), quem ficava pra correr e quem voltava pro carro. Além disso, como passamos o dia no carro, indo de um PC a outro (a prova pode durar até 9 horas), nos organizamos também com comida (sanduíches, frutas, barrinhas, paçocas, biscoito salgado e doce), bebidas (água e isotônico) e também um kit pós-prova para cada uma (com roupa limpa, chinelo, toalha e tudo o mais) nos carros.

No dia 21 todo mundo acordou cedinho, tomou café e fomos a pé pra largada. Alugamos uma casa bem pertinho, ela ficava há poucas quadras da largada e foi muito prático isso.

A única coisa que a gente não contava era com um problema com o kit. Ficamos de pegar o kit antes da largada com uma pessoa que não era da equipe, e que infelizmente se atrasou, por isso largamos meia hora depois de todo mundo que ia pro sexteto. Foi tensa a espera, mas acabou dando mais emoção pra gente, pois tínhamos 30 minutos a menos do que os demais pra terminar a prova.

Cada uma da equipe recebeu um kit composto por uma sacolinha, uma camiseta, o número de peito, uma toalhinha e um mapa com instruções dos PCs. No kit da Ju, que foi a primeira a correr, veio a pulseira com o chip que seria passada de corredora para corredora. Também veio dois adesivos para colarmos nos carros de apoio.

Depois que a Ju largou, fomos pra casa, entramos nos carros e, enquanto ela corria, um carro ia pra um PC2 e outro ia buscar ela e deixar a Marília, que correria na sequência, no PC1. Fizemos exatamente como combinamos antes e a logística deu super certo, pois no dia foi bem fácil ir de um ponto pro outro, sem nenhuma dificuldade, sem atraso e sem surpresas. 🙂 Todo mundo bem alimentado, só curtindo o visual, a corrida e a diversão de correr com as amigas. <3

Também nos atentamos para os endereços dos PCs e achamos bem legal que nos kits vinha um mapa com instruções. Apesar de usarmos o GPS, quando surgia uma dúvida, dávamos uma olhadinha no mapa e rapidamente achávamos o PC. Os PCs estavam todos bem sinalizados para quem estava dirigindo, sempre havia uma placa indicando o local dele. Em alguns PCs era difícil estacionar por conta da quantidade de carros, mas era só ter paciência que achava uma vaga. Como a gente chegava sempre bem antes, não tivemos problemas com isso. Dava tempo de estacionar, da próxima corredora usar o banheiro (levem papel higiênico #fikadika – a gente levou, rs), comer algo,  beber água, papear…

Já na corrida havia também sinalização, placas e alguns staffs pelo percurso orientando o caminho certo. Bem difícil se perder nessa prova. 😉 Sobre cada trecho de corrida, mais abaixo vocês podem conferir como eram.

Fomos fazendo as trocas de corredora em cada PC ao longo do dia, da Ju foi pra Marília, depois foi pra mim, depois passei a pulseira pra Lucia, que passou pra Caren e a gente tudo torcendo, e trocando mensagens pelo WhatsApp. Mesmo em carros diferentes, a gente tava toda hora de comunicando, se divertindo e com aquela energia boa, sabe? Daí chegou a vez da Karina, último trecho pra correr e já estávamos naquela euforia de terminar, fomos todas esperar ela na chegada e quando ela apareceu não teve quem não se emocionou, corremos os últimos metros juntas e nos abraçamos no final!

Foi a coisa mais linda, pulamos, comemoramos… foi uma festa! Todas tinham amigas na equipe, mas algumas não se conheciam, e a equipe deu tão certo que já queremos mais revezamentos juntas.

Depois que terminamos recebemos nossas medalhas e mais duas medalhas para os nossos apoios, achamos muito legal que os apoios também ganham medalhas! Show de bola!

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E vocês conferiram as nossas expectativas aqui e agora podem ver como foi o trecho de cada uma. 😉

ju-perfilTrecho 1: Ju Vargas, autora CM
“Meu trecho foi o primeiro, com 10.8k todos na areia dura, da largada até a praia do Indaiá. Como choveu muito na madrugada anterior, a areia ainda estava com muita água acumulada e logo fiquei com os tênis molhados – ainda bem que o tênis (Reebok ZPump Fusion 2.0, logo tem resenha dele!) drena a água bem rápido. O trecho é inteiro plano, em uma praia bem larga, e passei por dois pontos de hidratação. Mas, como não sabia se teria água no percurso ou só nos PCs, corri com um cinto de hidratação e nem precisei pegar a água oferecida pela organização. Estava bem focada nessa prova e consegui cumprir o percurso com tranquilidade, mas ele pode parecer bastante monótono por não ter alterações no terreno. Acredito que a maior dificuldade desse trecho é o vento lateral, que fica bem forte em alguns momentos – minha viseira que o diga!”

marilia-mitieTrechos 2 e 3: Marilia Mitie, @correinterior (e nossa colaborada da região de Campinas)
“Fui a segunda do sexteto e o meu trecho foi do PC 1 até o PC 3 – (foram quase 12 kms). Após a Ju me passar a pulseira, sai da praia Indaiá e fui sentido Riviera de São Lourenço (PC 02), esse trecho é plano e a areia não é fofa (o que ajudou a vida do corredor :)), acredito que esse trecho seja um pouco monótono para quem gosta de trail run, o grande desafio desse trecho é manter o foco. O PC 02 Riviera de São Lourenço estava bem sinalizado e podíamos escutar o locutor de longe, neste PC tinha só isotônico. Do PC 2 até o PC 3 (Portaria Condomínio Guaratuba II) o começo do percurso foi bem sossegado saímos da Riviera entramos na vila de pescadores e retornamos para praia (que era bem parecida com a anterior). Quando saímos da praia e vamos em direção à rodovia, é ai que a brincadeira fica mais séria, o percurso tinha muito lama e poças de água (ainda bem que o tênis secava rápido), e quase chegando no asfalto tinha um rio estreito, uns 80-100 cm de largura) que batia no joelho e depois já chegávamos na rodovia (entre sair da trilha e o asfalto) havia um posto de hidratação, achei ótimo estava precisando. Ai quando você acha que tudo acabou, aparece uma subida que não é longa, mas íngreme. Após a subida no Condomínio, a única coisa que atrapalhou foi a falta de sinalização da pista dos corredores, no fim não sabia onde era plateia ou a pista. E finalmente cheguei no PC 3.”

mari-perfilTrechos 4 e 5: Mari Frioli, autora CM
“Eu corri os trechos 4 e 5, mais ou menos 20 km de distância. A Marília me entregou a pulseira no PC 3 e entrei na praia de Guaratuba que era areia dura do início ao fim, corri por mais ou menos 5 km na areia dura com canais pelo caminho, não havia como não molhar os pés, o tempo estava bom, sem chuva, sem sol. Desenvolvi bem a corrida, no último km saímos da praia e pegamos um pouco de terra batida e terminei o trecho no asfalto, neste trecho não teve hidratação. Passei pelo PC 4 e continuei no asfalto, logo após o PC 4 já havia isotônico, peguei e segui. Depois de uns 2 km no asfalto, antes de entrar na praia de Boraceia havia um posto de hidratação com água, depois dele entrei na areia e percorri uns 10 km de areia dura com muitos canais, havia um ponto de hidratação com água na praia. Começou a chover e ventar, e o cansaço bateu, rendi bem menos no segundo trecho do que no primeiro. No final da praia já com chuva forte peguei bastante barro, mais ou menos 1,5 km, se não chover é uma estrada de terra batida, mas como estava chovendo, virou lama, com direito a atolar meu pé, rs. Depois corri uns 500 metros naquelas ruas de praia com pedras, fácil de correr. Eu sofri um pouco no final, nunca tinha molhado tanto o pé e não estava preparada, então terminei com bolhas. Consegui aprender muita coisa nessa prova, curti muito o visual, a adrenalina de esperar e correr enquanto alguém te espera. Quero muito repetir a dose!”

lucia-ribeiroTrecho 6: Lucia Ribeiro, @lhsribeiro
“O trecho 6 começou na rotatória da praia da Jureia e teve 9.7 km de extensão. Peguei a pulseira com a Mari, dentro da grade, onde estava indicado sexteto. Chovia bastante e a terra estava molhada. Logo começou a lama e poças d’água. Às vezes o pé afundava completamente e espirrava água para todos os lados. Tive que tirar os óculos escuros pois não conseguia enxergar nada. Assim segui uns 4K até uma ponte estreita de madeira, razoavelmente extensa. A partir de então chegou uma subida de asfalto. Lá de cima, a vista da praia de Camburi era linda! Então veio uma descida, também de asfalto, com muitos buracos e pedras. Por último, acho que foram 2,5k na areia fofa molhada. Corri próximo ao mar, inclusive nem desviava quando as ondas me alcançavam. Logo virando à esquerda no final da praia, uma pessoa anunciou meu número pelo microfone e encontrei a Caren com o cinegrafista à direita. Passei a pulseira para ela e segui para o carro de apoio. Não achei o percurso difícil. Estou habituada com este tipo de prova e acho que o mais importante foi usar um tênis que não encharcasse nem grudasse na lama e areia.  Meu marido me acompanhou de bike e acredito que o trecho 6 tenha sido muito mais desafiador para ele do que para mim. Era praticamente impossível pedalar na lama. Além disso, na praia, o mar estava alto, e ele teve que pedalar na areia fofa ou encarar a água do mar inúmeras vezes.”

caren-pintoTrecho 7: Caren Pinto, @carenluci
“O trecho 7 não é tão difícil como imaginei. Talvez porque eu já tenha alguma familiaridade com morros, por conta das provas de trilha. Portanto, pra quem já está habituado, será mais tranquilo. A não ser que a pessoa tenha acumulado algum outro trecho na prova, daí acredito que fique um pouco mais cansativo. Para quem está habituado à zonas mais planas, minha dica é fazer treinos de subidas íngremes ao menos uma vez por semana antes da prova, isso ajudará no psicológico, principalmente. Além das subidas, também encontrei ruas de terra batida e areia da praia. Tinham dito que a areia era fofa nesse trecho, mas não foi o que encontrei, talvez por causa da chuva tenha assentado, mas é bom ir preparado para os dois cenários. Importante treinar descidas também, pra não comprometer as articulações, afinal, se você subiu, uma hora terá de descer, rs.”

karina-pintoTrecho 8: Karina Jesus Pinto, @karinajpinto
“Meu trecho foi o último, com 10.8km, trecho com asfalto e areia fofa, da praia de Camburi até a praia de Maresias.
Larguei no asfalto e logo no início me deparei com uma subida, acho que para aquecer para o que ainda estava por vir (rs), a subida que exigiria muito mais de mim. O tempo ajudou muito, pois não estava sol e a chuva já havia passado. Por volta do 3° km, começou a subida da serra de Maresias. Já a conhecia, pois já havia subido de carro algumas vezes. É uma subida que exige muito do corredor e não consegui me manter correndo o tempo inteiro, entre caminhada rápida e corrida, consegui fechar esses 3km e chegar na descida, onde pude então, recuperar meu tempo. Acredito que o tênis (Reebok ZPump Fusion 2.0), tenha me ajudado muito, pois consegui aumentar a velocidade e diminuir meu pace com total segurança. O último km foi em areia fofa, mas consegui manter o pace, pois ver a chegada, me ajudou a me manter firme. Estava bem focada nessa prova e consegui fazer um tempo melhor do que eu imaginei. É um trecho muito difícil, mas a sensação que eu senti depois que terminei, foi indescritível.”

Depois da corrida, fomos pra casa tomar um merecido banho, comer pizza (#fikadika da Pizzaria Fratello em Bertioga – todos adoraram) e brindar com champanhe. Estávamos tão felizes que a comemoração foi longe. 😀

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Comemoração merecida! 🙂

Foi incrível! Muito obrigada Reebok pelo convite! Foi um prazer imenso fazer parte dessa prova e contar com vocês. Nós amamos!

Obrigada também a toda equipe linda e alto astral que topou participar junto comigo e com a Ju: Marília, Lúcia, Caren, Karina, Farida, Mauro, Cesar e Victor (meu marido que ficou no suporte na casa junto com o Dudu, rs).

Um fim de semana incrível pra ficar guardado na memória!

Espero que vocês se animem, chamem as amigas e se organizem para irem nessa prova. Vale muito a pena!

Olá mulherada!

No meu trabalho, sou Web Designer, passo o dia sentada em uma cadeira e claro que quando o dia é puxado, eu acabo não levantando muito e a minha coluna, principalmente a lombar, sofre. Fico naquela de me esticar de um lado pro outro, mas sei que só quando eu chegar em casa, relaxar e alongar é que a coisa vai melhorar, sabe?

Recebi a camiseta Invel Actiive Shirt para testar e como já conheço e uso alguns produtos da Invel, fiquei doida pra provar e ver os benefícios. A Invel Actiive Shirt é uma camiseta desenvolvida através de pesquisas clínicas realizadas junto ao Grupo de Dor do Hospital das Clínicas, em São Paulo, que comprovou a eficácia absoluta da camiseta para o tratamento coadjuvante no alívio da dor, a camiseta atua como coadjuvante no tratamento da dor lombar.

E conto agora para vocês o que eu achei. 🙂

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A camiseta tem mais de 10 modelos disponíveis: modelos femininos e masculinos com manga longa, manga curta, com vários tipos de golas… a que recebi é a manga curta, gola arredondada, bem meia estação. Como o tempo em São Paulo é doido, eu adorei isso. 😉

A camiseta é bem básica e veste bem. Combina tanto com um jeans, uma legging e até com uma calça social. O tecido Biocerâmica® MIG3® Invel® (explico mais abaixo o que é ele) é 90% poliamida e 10% elastano. Eu usei alguns dias ela sozinha e nos dias mais frios usei ela como segunda pele. A primeira sensação que tive foi de conforto, além de vestir bem, ela me deixou muito confortável.

Usei mais vezes pra ir ao trabalho, mas depois do trabalho continuei com ela para fazer as tarefas do dia-a-dia de uma dona de casa e mãe, e ela me deixou muito mais confortável durante as atividades, realmente senti uma melhora nos incômodos que eu sentia na lombar. Aquele cansaço, aquela sensação de ter que alongar porque algo está incomodando, até doendo, diminuíram demais.

Também usei enquanto fazia Yoga com o Dudu, ela pode ser usada durante a atividade física e também para dormir. Ela é super versátil, quem tem dores na lombar pode usar no dia-a-dia mesmo, em todas as tarefas. A camiseta tem três cores disponíveis: verde, coral e cinza.

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A camiseta funciona para tratar a dor lombar porque ela tem o tecido Biocerâmica® MIG3® Invel® que eu citei acima, esse tecido tem propriedades térmicas e de bioestimulação. O tratamento funciona através da tecnologia exclusiva MIG3®, composto mineral com o efeito terapêutico do infravermelho longo, que em contato com a pele melhora a circulação sanguínea, promove o calor, auxiliando na remoção de substâncias pró-inflamatórias que provocam sensações dolorosas, e no aumento do suprimento de oxigênio e de nutrientes para o local. Muito legal, né?

Abaixo coloquei um vídeo que explica direitinho com funciona essa tecnologia. 😀

Gostei e vou usar muito quando a dor na lombar aparecer após um treino, ou após um dia cansativo. 😉 Aliás, a Camiseta Invel Actiive Shirt funciona como um tratamento coadjuvante para o alívio de dores crônicas lombares, então ele deve ser usada no mínimo 8 horas por dia, em pelo menos 30 dias corridos. Há pessoas mais sensíveis que sentem os resultados antes desse prazo (como eu!), como há pessoas que sente após esse prazo, varia de organismo para organismo. 😉

Preço sugerido: R$329,00
Compre Online: Invel

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