Olá mulherada!

Desde o mês passado a Fundación MAPFRE está fazendo diversas ações super legais com a campanha “Mulheres pelo Coração“, uma campanha que foca na saúde do nosso coração. <3

Semana passada demos dicas para você melhorar a alimentação e ainda contribuir com a saúde do seu coração, e hoje trago diversas receitas saudáveis práticas e saborosas para vocês. Tem saladinha pro almoço/jantar (e que também fica uma delícia como recheio de lanches frios), frango com pinhão (amo pinhão!) e broa de fubá. Bora pra cozinha?

Salada de alface crespa com salpicão de frango

Tempo: 60 minutos
Dificuldade: média

Ingredientes

  • 1 peito de frango com osso
  • 1 receita de caldo de legumes
  • 1 colher de sopa rasa de sal
  • ½ xícara de chá de ervilha fresca
  • ½ xícara de chá de milho fresco
  • ½ xícara de chá de uva-passa preta
  • 1 cenoura média ralada
  • 1 colher sopa de azeite
  • 1 lata de creme de leite light
  • 1 pote de iogurte natural desnatado
  • 1 colher de sopa de salsinha picada
  • 2 talos de salsão cortados em cubos
  • 1 pé de alface crespa fatiada

Modo de preparo
Cozinhe o peito de frango no caldo de legumes com 1 colher de sopa rasa de sal. Deixe esfriar, desfie e reserve. Cozinhe a ervilha, o milho e a uva-passa em água fervente por 3 minutos. Reserve. Misture todos os ingredientes da receita, exceto a alface, e mexa bem até formar uma pasta de frango cremosa. Para montar, coloque o salpicão no centro de uma travessa e disponha a alface fatiada ao redor.

Frango com pinhão

Tempo: 45 minutos
Dificuldade: Média

Ingredientes

  • 2 colheres de sopa de óleo de soja
  • 1 cebola média cortada em 4 partes
  • 1 dente de alho amassado
  • 1 colher de café cheia de sal refinado
  • 5 sobrecoxas de frango sem pele
  • 1 folha de louro
  • 1 colher de chá de orégano
  • ½ colher de sopa de colorífico
  • 1 ½ litro de água
  • 2 escumadeiras médias de
  • pinhões cozidos e sem casca
  • ½ maço de escarola cortada em tiras finas

Modo de preparo
Bata no liquidificador o óleo, a cebola, o dente de alho e o sal. Coloque a mistura em uma panela e refogue por 5 minutos. Adicione as sobrecoxas de frango e doure-as de todos os lados. Acrescente o louro, o orégano e o colorífico, mexendo sempre. Junte a água e cozinhe em fogo baixo, com a panela tampada por 25 minutos. Acrescente mais água, se necessário. Quando o frango estiver cozido, adicione os pinhões e a escarola e deixe no fogo por mais 5 minutos. Sirva em seguida.

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Broa de fubá

Tempo: 60 minutos
Dificuldade: fácil

Ingredientes

  • ½ xícara de chá de farinha de trigo
  • ½ xícara de chá de fubá
  • 2 colheres de chá de fermento biológico seco
  • 3 colheres de sopa rasas de açúcar
  • 1 colher de chá rasa de sal
  • 1 colher de chá de erva-doce
  • 4 colheres de chá rasas de margarina sem sal
  • ½ xícara de chá de água morna

Modo de preparo
Em um recipiente junte os ingredientes, menos a água. Misture bem até formar uma farofa. Aos poucos, acrescente a água e mexa até formar uma massa homogênea. Transfira para uma superfície enfarinhada e sove até que a massa comece a soltar das mãos. Molde bolinhas com a massa, de aproximadamente 3 cm cada uma, e arrume-as em uma assadeira untada com margarina. Polvilhe fubá em cima de cada broa e faça pequenos cortes superficiais na diagonal. Deixe crescer por aproximadamente uma hora ou até dobrar de volume. Leve ao forno preaquecido a 170ºC por 20 minutos ou até dourar.

No Guia “Pela saúde do coração” da Fundación MAPFRE você encontra mais receitas saborosas para fazer em casa. 😉

Olá, mulherada!

Estamos no outubro rosa, mês para nos conscientizarmos sobre o câncer de mama e nos prevenirmos. 😉 Você tem dúvidas sobre o câncer de mama? A Dra. Ana Beatriz Matos reuniu as dúvidas mais comuns e respondeu pra gente!

Mito: Câncer de mama dói. 

O câncer de mama precoce, em estágio inicial raramente é doloroso. Na maioria das vezes, a dor da mama é causada por uma condição não cancerosa, como alterações hormonais, dores musculares, uso de sutiã inadequado, tecido mamário fibrocístico ou cistos mamários.

Mito: Se eu encontrar um nódulo na mama provavelmente é câncer. 

Calma! A maioria dos nódulos ou alterações que as mulheres palpam no autoexame mamário não são câncer de mama. Geralmente são mudanças normais do tecido ou nódulos benignas. Contudo, certifique-se, consulte seu mastologista!

Mito: O uso de desodorantes propicia o surgimento de câncer de mama. 

Não há comprovação científica desta afirmação! Os desodorantes não atingem diretamente os tecidos mamários, sua ação é sobre a pele e glândulas sudoríparas. Desse modo, não é considerado um fator de risco para desenvolver câncer de mama.

Mito: Os homens não têm câncer de mama. 

Embora seja raro, os homens podem desenvolver câncer de mama. Homens com história familiar de câncer de mama devem conversar com seus médicos sobre seus riscos pessoais. Se você tem um parente do sexo masculino com câncer de mama, você deve conversar com seu próprio médico sobre o que isso significa para você, pois há maior risco  de desenvolvimento de câncer de mama. A consulta com geneticista é importante quando algum homem da família tem câncer de mama.

Mito: Os casos de câncer de mama estão do lado do meu pai, então eu não preciso me preocupar. 

Quando você nasce, você herda dois conjuntos de genes, um  vem de sua mãe e o outro conjunto vem de seu pai. Você tem a mesma chance de herdar um gene ou traço de qualquer lado da família. As histórias familiares de ambos, mãe e  pai são importantes.

Mito: Há história de câncer de mama em minha família, então obrigatoriamente eu terei câncer! 

É importante saber que a maioria dos cânceres de mama não são causados por um traço herdado e que nem todas as mulheres com história familiar de câncer de mama estão em maior risco para a doença.

O câncer de mama ocorre mais comumente após a menopausa, as mulheres na pós-menopausa que desenvolvem câncer de mama provavelmente não carregam um traço herdado, logo não passarão para seus descendentes.

Seu risco pessoal pode ser mais elevado se tiver mais de um parente diagnosticado com câncer de mama ou se um familiar teve câncer de mama com 50 anos ou menos. Portanto, é importante que você saiba o máximo possível sobre sua história familiar e compartilhe com seu médico.

Mito: Se eu tiver câncer de mama, vou precisar de uma mastectomia. 

O estágio do seu câncer, seu histórico médico pessoal e sua preferência pessoal determinarão o tipo de cirurgia adequada.

A cirurgia conservadora da mama é um tratamento cirúrgico eficaz para câncer de mama quando é possível a preservação da mama, principalmente em Câncer no estágio inicial. Este tratamento será complementado com a radioterapia, com a mesma eficácia da retirada completa da mama.

Muitos estudos têm demonstrado que a cirurgia conservadora tem os mesmos resultados de sobrevivência da mastectomia.

Mito: Se eu tiver câncer de mama, eu preciso de quimioterapia. 

A quimioterapia não é automaticamente incluída em um plano de tratamento do câncer de mama. Seu caso deve atender a critérios específicos para que seu médico recomende a quimioterapia.

Mito: A radioterapia fará com que meu cabelo caia. 

A radiação direcionada ao tecido mamário não causa perda de cabelo. A radiação terapêutica para a mama pode causar alterações locais, como escurecimento e espessamento da pele, bem como fadiga.

Mito: Eu tenho câncer de mama, meus filhos terão câncer de mama. 

Se você já parou de menstruar e não tem antecedentes familiares de câncer de mama, as chances de você ter um traço genético herdado e transmitir aos seus filhos são extremamente baixos.

Se você estiver em fase pré-menopausa (ainda tendo ciclos menstruais) e desenvolver câncer de mama, a probabilidade de você ter uma característica hereditária que aumentaria o risco de desenvolver câncer de mama pode ser maior. Contudo cada caso deve ser avaliado individualmente, o seu médico irá discutir estes riscos com você.

Mito: Há uma história de câncer de colo uterino em minha família, por isso tenho risco aumentado de câncer de mama. 

O câncer de colo de útero não está associado a traços genéticos que aumentam o risco de câncer de mama. Mas no caso de câncer de ovário, este pode aumentar o risco de câncer da mama. Portanto, você deve estar ciente do tipo específico de câncer ginecológico (“feminino”) de seu(s) parente(s)  e compartilhar essas informações com o seu médico.

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Ana Beatriz Matos é médica mastologista, ginecologista e obstetra. É titulada nas especialidades de ginecologia e obstetrícia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e em mastologia pela Sociedade Brasileira de Mastologia. Realizou também curso de aperfeiçoamento em Cirurgia Oncoplástica e Reconstrutora Mamária da Sociedade Brasileira de Mastologia. Atualmente, atende em consultório de ginecologia e mastologia na clínica Integrata – Centro de Referência em Saúde, em Perdizes. Atua também como médica assistente e preceptora da residência de mastologia do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e integra o corpo clínico do serviço de imaginologia mamária do laboratório Salomão e Zoppi. CRM 141-427 SP – Especialidades: Ginecologia e Obstetricia – RQE nº 61182 e Mastologia – RQE nº 61181.