Parte da turma super animada do Pelotão Eu Atleta! (Foto: Marcos Riboli/Divulgação)

No último domingo, 19 de fevereiro, abri oficialmente meu calendário pessoal de corridas de 2017! Hahahaha… Ai, gente, nada como uma corridinha para dar uma animada nos nossos treinos, né? Aquele clima de prova funciona como um “boost” imediato de energia para mim. 🙂

O convite veio do Eu Atleta, que levou uma galera incrível para correr a Meia Maratona Internacional de São Paulo. A prova tem percurso de 5k, além dos 21k — fiquei com o mais curto. Corri a prova toda ao lado do meu marido, que também está voltando para os treinos de corrida depois das nossas merecidas férias! 😉 Hahahahhaa…

Nossa clássica fotinho pós-prova!

Essa é uma prova bem tradicional de São Paulo, com largada e chegada no Estádio do Pacaembu, mas eu nunca tinha participado antes. Sabia, contudo, que seria cheia! Então já fui me preparando para encarar aqueles probleminhas que costumamos encontrar em provas curtas com muita gente, em especial, a dificuldade de pegar o ritmo que pretendemos desde o início devido à multidão e os temidos “paredões” de caminhantes.

Porém, como a prova estava dividida em pelotões por pace e a organização foi bastante rígida nesse ponto, fazendo um controle intenso para garantir que apenas os corredores com a cor indicada no número de peito entrassem nos acessos à largada, consegui pegar a velocidade que planejei já nos primeiros metros e segui assim até o final. Eu poderia ter largado na frente, mas preferi sair mais atrás, com o pelotão do meu pace mesmo, justamente porque minha experiência anterior largando com um pelotão mais veloz não foi muito legalCom certeza, a melhor escolha para mim!

Outro ponto que ajudou nesse aspecto, acredito, foi o fato de a grande maioria dos participantes ter optado pelo percurso de 21k, ou seja, eram corredores mais experientes e que estavam seguindo uma estratégia para a prova.

Na chegada, recebemos água, frutas, biscoitos, isotônico, água de coco e até whey! Pós-treino completíssimo, né? Tinha para todos os gostos. Fiquei um tempinho na tenda do Eu Atleta conversando com o pessoal, tirando muuuuitas fotos e ainda ganhei uma massagem esportiva para relaxar as pernas. Uma delícia! Comecei 2017 muito bem! 😉

Sobre a questão dos pipocas: esse é um tema bastante controverso, né? Entre nós três, temos conversado bastante sobre todos os aspectos dessa polêmica, prós e contras das campanhas que vêm sendo feitas, e optamos por falar sobre esse assunto com mais calma depois, em um post separado.

Você também participou dessa prova? O que achou? Conte nos comentários!

Os últimos finais de semana participei do Circuito das Estações – Etapa Primavera e da 24ª Maratona de Revezamento do Pão de Açúcar e hoje conto no blog como foi.

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Circuito das Estações – Etapa Primavera

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A última etapa do Circuito das Estações que participei foi em julho de 2015, já fazia mais de 1 ano que não corria a prova e nas imediações do Estádio do Pacaembu.

As nossas inscrições foram cortesias da Integrata e por isso os kits foram retirados na própria clínica e foi bem tranquilo. O kit era composto por camiseta, bandana, número de peito, barrinha de nuts e alguns folhetos.

No domingo, chegamos por volta das 6:40 na prova e retiramos o chip antes de largar. Nesta corrida, como foi a primeira do Beto, a minha intenção era acompanhá-lo, respeitando o que ele mandasse.

Nessa etapa, tinham 3 distâncias: 5, 10 e 21k. Como corremos 5k, nossa largada foi às 7h. Começamos em um ritmo um pouco mais rápido e aos poucos fomos ajustando e chegamos em um ritmo confortável. Corremos boa parte da prova, mas por volta do km 4, o Beto sentiu um pouco de dor na base dos dedos e andamos uns 300m e voltamos a correr.

Foi bem gostoso correr ao lado do Beto, a única coisa é que os 5k passam tão rápidos, né? Quando começo a gostar acaba hahaha.

24ª Maratona de Revezamento do Pão de Açúcar

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Desde quando comecei a correr, tinha vontade de participar da Maratona de Revezamento Pão de Açúcar, mas as datas sempre batiam com outras provas e apesar dos problemas e baixas dos dias que antecederam a prova, deu tudo certo. 🙂

Montamos um octeto, a Ju retirou todos os kits na sexta-feira. No domingo, combinamos de nos encontrarmos às 6:30. De cara de surpreendi com a organização. A arena estava muito bem sinalizada e organizada, o guarda-volume tranquilo e banheiros químicos para todos os lados.

Como o percurso do revezamento era cerca de 10km, no octeto, os números pares faziam a troca na Rubem Berta e os ímpares no Lago do Ibirapuera, além disso, a primeira pessoa corria 6,3km, as intemediários 5,25km e a última 4,1km.

Nos dividimos e fomos para os postos de troca, eu fui a segunda no revezamento e o tempo ainda estava tranquilo, sem sol e calor, mas conforme o tempo foi passando a temperatura aumentou muito. O percurso foi mais “fácil” do que quem trocava no posto ímpar, por causa de algumas subidinhas. Após a minha corrida foi hora de esperar o restante do pessoal para no final pegar a medalha.

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Eu gostei bastante da corrida, achei tudo muito organizado. As trocas aconteciam de forma tranquila também. Minha única critica é o kit pós-prova que poderia ter, além do isotônico e nescau, frutas, tanto para quem ainda vai correr, quanto para quem já correu, já que é bastante tempo de espera.

E dica para esta prova: é importante levar um lanchinho para comer um tempo antes de você correr, principalmente se você é do terceiro em diante e claro, protetor solar sempre, o revezamento costuma terminar a partir das 11:30 da manhã!

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