A Narjara Lara começou a correr há pouco tempo e já está incentivando as amigas! No último sábado, ela participou da primeira etapa da Night Run 2017 aqui em São Paulo e levou uma de suas melhores amigas, a Vivi, para estrear nas corridas de rua ao lado dela. Hoje, ela conta um pouco mais como foi a prova pra gente. Parabéns, meninas! Agora é rumo aos 10k! 😀

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Oi, mulherada! Tudo bem? Estou aqui para contar minha experiência na Night Run 2017!

Assim que vi o kit da corrida, já fiquei apaixonada. Minha amiga Vivi nunca havia participado de nenhuma prova e eu estou começando a correr… Logo, escolhemos o trajeto de 5K.

Fomos retirar os kits no Shopping West Plaza no dia 08/04 – o dia da prova – e foi bem corrido. Mas deu tudo certo! Quase não pegamos fila e estava super organizado, não houve nenhum problema. Quando chegamos em casa e abrimos o kit, confirmamos a fofura do mesmo: camisetas amarelas manga longa e um LED para usar durante a prova. 😀

Animadas na retirada do kit e apaixonadas pela camiseta da prova

A previsão do tempo apontava chuva para o sábado, mas o pensamento positivo foi tão grande que Santa Clara ajudou: não caiu uma gota sequer! E foi uma noite linda!

A atmosfera da corrida é sempre animada: muita gente correndo por todos os lados antes mesmo da prova começar. O pessoal da Night Run apresentou um palco com luzes, exercícios de aquecimento e infraestrutura bacana. Chegamos um pouco atrasadas devido à dificuldade para estacionar no Sambódromo do Anhembi (na próxima, juro que aprendo e planejo com antecedência, rs), o que não permitiu que curtíssemos toda a experiência oferecida… Então, vai a dica: utilize transporte público ou estude a região. Estacionamos longe e, com isso, alguns quilômetros já haviam sido feitos antes da corrida começar.

Largamos atrasadas, mas sem perder a empolgação

Assim que chegamos, fomos para a largada e com música e luzes iniciamos a corrida. Levamos a prova no alto astral, corremos lado a lado e nos divertimos. Acho que isso é o principal: a diversão e a parceria.

Foi mágico cruzar a linha de chegada… Estamos bem curiosas para ver como nos saímos! Levamos até bronca da organização, pois queríamos tirar fotos e já não era permitido voltar para a área da chegada… 😛

Chegamos!!

Independente do resultado, foi uma experiência incrível – somos amigas há anos e, de tantas coisas que já fizemos, correr juntas foi a primeira vez! E foi bem bacana correr à noite! Uma balada diferente. Além do mais, foi lindo ver tanta gente de amarelo correndo com seus LEDs! Pura energia! De vez em quando, o pessoal ainda puxava um grito de guerra para motivar…

Quando a corrida terminou, ficamos eufóricas e não parávamos de falar do orgulho em completar a prova e receber a medalha… E o que era aquela medalha de submarino? Maravilhosa! Vai ficar exposta em casa. Meu filho adorou e ficou orgulhoso quando a viu!

Amei a medalha!

Engraçado, depois que a prova acaba, dá aquela sensação de que você aguentaria mais uns quilômetros… Quem sabe não volto aqui em breve para contar como foi correr 10 km? 😉

A Corrida da Leitora é um espaço para compartilhar histórias, conquistas, superações, dicas e muito mais! Quer participar? Preencha o formulário e entraremos em contato.

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Eu ia começar esse post dizendo que foi minha última corrida de 2016, mas como ainda temos o mês de dezembro pela frente e eu sempre acabo “inventando moda” de última hora (para desespero de todos os treinadores que já tive na vida, rs), vou começar dizendo que foi a última prova noturna, pode ser? 😛

Quando 2016 começou, eu logo avisei para a Mari e a Aline que queria aproveitar as oportunidades que aparecessem para correr à noite porque é o período do dia que eu costumo treinar, então também são nas provas noturnas que costumo me sair melhor. 😉 Foram várias este ano: Gillette Body Running Experience, a primeira etapa da Night Run e a Rolling Stone Music & Run.

Depois da W21K, eu queria aproveitar para correr pela diversão antes de encarrar uma nova meta, e as provas curtas e noturnas são as minhas favoritas nesse quesito. Claro que deu aquela esperança de fazer um tempo legal, quem sabe um RP (a esperança nunca nos abandona, né? rsrs), mas para isso tudo teria que ter condições “perfeitas” e, claro, nada saiu como o planejado! Hahahaha… Não deu para fazer RP, nem para correr como eu gostaria, mas deu para curtir, sim! (Isso sempre dá!!!)

A Night Run é uma prova cheia, e os percursos curtos são mais cheios ainda. Muitos participantes são pessoas que estão começando a correr e, por isso, vão em um ritmo mais tranquilo, até mesmo caminhando. Isso não é novidade para ninguém que corre há algum tempo e tem certa experiência com as provas aqui em São Paulo; não adianta reclamar, o que tem que fazer é chegar cedo e tentar largar no começo, para ter que ultrapassar a menor quantidade de pessoas possível e desenvolver um ritmo legal nos poucos quilômetros da prova. Eu sabia disso, claro, mas saber é diferente de conseguir, né? rs

Nós até chegamos razoavelmente cedo, mas perdemos a entrada para o estacionamento oficial e, para dar a volta, foi um tormento pela quantidade absurda de flanelinhas. Olha, nem nas provas femininas no Jockey eu vi tanto flanelinha na rua e, acreditem, para eu estar mencionando aqui, é porque estava de chamar a atenção. :/ Nessa história, perdemos um tempo precioso. Aí foi aquela correria para chegar na arena, ir até o stand da Ticket buscar meu kit (que estava com uma equipe incrível!) e “voar” para a largada, que já havia acontecido há quase 10 minutos. 🙁 E aí foi aquela “luta” para ganhar um espacinho na pista e conseguir acelerar, acho que só consegui correr perto do ritmo que tinha planejado no km 4. Hahahahaha… Eita!

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Ainda bem que o pós-prova compensa, né? A organização tinha tudo organizado na chegada, a arena tinha vários stands e painéis para tirarmos aquela foto com a medalha e na área das assessorias sempre podemos encontrar os amigos. Aproveitei para dar uma passadinha no stand da Integrata e colocar o papo em dia com a equipe da clínica e conhecer outros corredores do Programa On Run.

Resumo da experiência: chegue cedo, Juliana! Chegue cedo!!! 😛 😛 😛