Olá, mulherada!
No final de julho corri minha primeira Meia Maratona e contei um pouco neste post a trajetória, expectativa, emoções, perrengues…

Atualmente estou treinando para minha segunda Meia, a W21k, e durante um dos treinos, fiquei pensando o que a experiência de correr 21k trouxe para a minha vida. E quando tenho esses insights, normalmente vem mais um post como o de hoje. hahahahhahahah 😁😁
Sem muito blábláblá, vamos ver o que a aventura da Meia Maratona me trouxe de aprendizado?

1 – Que a distância de 21.097,5 metros é uma senhora que deve ser respeitada.

Não é papo de treinador e longe de mim menosprezar distâncias menores, somente quero ressaltar que não dá para brincar de 21k sem um mínimo de preparação. Independentemente da experiência que um corredor tem, há de se concordar que é uma distância que pede no mínimo, preparação física e psicológica.

preparação

Minha primeira prova de rua foi a M5K, uma corrida de 5 km, que aos trancos e barrancos consegui completar e com zero treino! Não é aconselhável, mas dá pra fazer, ao contrário de uma Meia Maratona.
E isso nos leva ao aprendizado número 2.

2 – Todas as etapas são importantes

Distância maior = treinos com distância maior. Traduzindo: bem-vindos, longões!

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Quando eles aparecem lá na planilha, o coração até bate mais forte, sentimento que dá lugar ao medinho quando se aproxima o dia de enfrentá-lo. Quando terminamos, parece que ganhamos o mundo! Kkkkk

Massss até chegar no longão, a gente queima muito asfalto nos treinos curtos, intervalados, de ritmo, tiro…vai da metodologia de cada treinador. Todos esses treinos são importantes e são neles (que irão compor a maior parte da sua preparação) que você irá evoluir. Portanto nada de desvalorizar aquele treino de 6k porque “são só 6k”! Vai por mim, se você não o fizer, ele irá te cobrar no seu ouvido lá no dia da sua meia maratona!

3 – Sabe aquela história de “ouvir o corpo”? Então…

Não é história da carochinha! Às vezes juramos que estamos zeradas e fortalecidas até aparecer uma dorzinha aqui, outra acolá. Aconteceu comigo e acontece com muuuuita gente.

O que fazer? Prestar atenção em todos os sinais que o corpo dá.
Além de procurar um médico, claro. rs
Imagina estar acostumada a correr 5k e 10k e, do nada, dobrar ou triplicar a distância! Seu corpo não sabe disso. Querendo ou não, é uma espécie de “agressão” ao seu corpo.

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Vamos lembrar que a maioria aqui é amador ou não corre desde pequeno. Muitos começaram a correr com mais de 20, 30 anos. Imagina para um corpo que foi sedentário praticamente a vida inteira ou acostumado com qualquer outra atividade leve por 5, 10 anos (o que for) e fazer ele correr 5 Km de cara. Quanto mais 21 km!

Vale lembrar que a corrida que é uma atividade de alto impacto e por isso diagnósticos de síndrome da banda iliotibial (beijos para meu joelho cagado), canelite, fascite plantar, condromalácia patelar, tendinites, são tão comuns.

Aí você me diz “ahhh, mas vou caminhar…” E eu respondo: mesmo assim!
Por isso é de extrema importância treinar com o acompanhamento de um profissional e ficar atenta à qualquer sinal do seu corpo. Ok, eu não sou a pessoa mais indicada para dizer isso (e tenho consciência plena disso), mas o buraco fica mais embaixo e é muito mais sério do que se pensa. Ninguém aqui quer ficar num off forçado e por tempo indeterminado.

4 – Paciência é uma virtude que se conquista com o tempo.

Até que sou paciente com muitas coisas, mas tenho um defeito: sou portadora de uma ansiedade braba!

Quem me conhece já me ouviu dizer N vezes que não seria uma corredora de longas distâncias por não ter um pingo de paciência. Preciso dizer que paguei a língua?
Sabe por quê? Haja paciência para ficar tanto tempo correndo. Nunca iria me imaginar fazendo isso. Aplausos para vocês, maratonistas e ultramaratonistas!

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A distância de 5k continua sendo aquela perfeita, linda e do “amô”. Coisa que em meia horinha você mata e sai toda feliz. ❤
Um pequeno comentário insignificante: Não gosto de 10 quilômetros, tenho impressão que existe um abismo de eternidade até chegar neles, mas depois que passo por essa distância, sinto que as coisas começam a fluir. :B Parece loucura, né? rs  Masss talvez também seja o seu caso. 😉

Mas e a paciência? Ela aparece com o tempo. Quando comecei a correr, 2 minutos parecia uma vida. Quando completei 5 minutos correndo direto, dei altos pulos. Quando fiz 5k inteiros correndo, cruzei a linha de chegada fazendo a dancinha da vitória. kkkkkkk Olha aí!

Não foi assim com você? No fundo a mecânica para os 21k é a mesma. 😉

5 – Tem que treinar, treinar, treinar…e treinar.

Porque são nos treinos que a fazemos todos os testes possíveis e sem medo de errar. Roupa, tênis, quantidade de água que precisa tomar, quando precisa se hidratar, suplementar, se realmente precisa e o que…

É durante o treino que você saberá o momento que seu corpo começa a dar sinais de cansaço e o que funciona melhor para você nessas horas. Não adianta ficar só no que fulano ou beltrano falou, no máximo isso irá te orientar e ajudá-la a tomar algumas decisões, mas só testando em si mesma que saberá se X ou Y também vai funcionar para você.

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São com os erros e acertos que a gente evolui e são os treinos que te dão a oportunidade de testar e fazer os ajustes necessários. E não pense que todos os treinos são perfeitos, pelo contrário, às vezes simplesmente não sai. Acontece, oras! Lembra quando disse que são neles que podemos errar sem medo? Tenha em mente que pelo menos você foi e deu o seu melhor naquele dia. Bola pra frente e rumo ao próximo!

É esse feedback que dará ferramentas para seu treinador traçar a melhor estratégia para que sua estréia seja linda e inesquecível! E o mais importante, sem quebrar. 😉

6 – …e comer direito também

Pois é, não dá pra bobear na alimentação.
Nada de dietas doidas e restritas, para aguentar o tranco você deve estar bem nutrida e forte.
Mas nutrida e forte não é sinônimo de comer de tudo à torto e à direita porque vai queimar tudo depois!
Até brincamos que corremos para comer depois, isso não deixa de ser verdade. rs Mas alimentação correta deve ser levada a sério. É mais ou menos como colocar gasolina adulterada no seu carro, uma hora vai “dar ruim”. Seu corpo é o seu templo, sua morada. Preste atenção ao que você coloca dentro dele.

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Na época da Maratona do Rio, já estava me alimentando direitinho, mas ainda assim tive que emagrecer para ter menos carga nas articulações (lembra que corrida é uma atividade de alto impacto?) e como tenho 21k em alguns dias, continuo na luta por uns quilinhos a menos. Quanto menos carga no joelho bugado, melhor. rs

7 – Longões são ótimas oportunidades para se fazer autoanálise, terapia, resolver problemas, etc.

Eis que chegou o primeiro longão, o que fazer?

Quando penso nos meus primeiros 16k, acho graça. Comi carboidrato na noite anterior, deixei as roupas preparadas, coloquei o despertador e quando acordei, fuéééiiin! Chuvarada lascada.

Fui às 10h30 mesmo com chuvisco, afinal, não treinar estava fora de cogitação. Quando cheguei no parque, abriram-se as comportas do céu e corri mesmo assim. Depois que terminou, me senti tão feliz, mas taãããoooo feliz que mandei um whatsapp para as meninas. hahahahahahah

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Sabe por que foi tudo tranquilo? Porque não fui sabotada pela minha mente, minha maior inimiga em corridas. Neste dia não dei atenção demasiada ao problema no joelho, não parei pra pensar nas dificuldades, pelo contrário, curti aquela chuva, me imaginei em um filme, poetizei, visualizei a parte do percurso correspondente no Rio…coloquei a mente pra viajar. Foi lindo!

Claro que nem todos os longões foram assim, mas percebi que não tem jeito, a cabeça comanda. Você pode estar super preparada fisicamente, mas se a cabeça não estiver boa, a corrida não irá render.
Tem que ocupá-la com pensamentos positivos, pensar na solução para aquele problema difícil, pensar na vida, observar a respiração e principalmente curtir sua própria companhia.

8 – Nem tudo são flores, tem hora que enche o saco. Mas foco na meta!

Como tudo na vida, né?

Passada aquela empolgação do início, chega a hora do trabalho duro. E por mais animada, focada, determinada que você esteja, existe aquele momento que dá um certo “bode” de tudo aquilo.

Calma, não arranque os cabelos porque isso é completamente normal! É uma fase e faz parte. Nessas horas é sempre bom contar com um amigo corredor, ler livros sobre o assunto, ler sobre motivação (dica: a Mari escreveu um post bem legal sobre como se manter motivada), procurar relatos de pessoas que passaram por isso, nutrir o espírito com pensamentos positivos ou (se preciso for) compartilhar seu sentimento em um grupo, como o que temos no Facebook.

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Não permita que o desânimo ou o “bode” tire o brilho dos seus olhos e te sufoque. Relaxa que todo mundo passa ou já passou por isso. TAMU JUNTA, colega! Desabafe, não guarde este sentimento somente pra você que isso só irá te fazer mal e comprometer seu objetivo.
As meninas sabem o quanto fiquei desanimada e o tanto que desacreditei de mim mesma. O apoio delas foi fundamental!
Divida o fardo com pessoas queridas! E olha…corredor é um tipo de gente muuuuito legal, viu? 😉

9- Não é um bicho de 7 cabeças como muitos pensam, pelo contrário, é completamente “completável”!

Acha 21k muita coisa? Pois eu digo que não é. [pausa dramática]

Coooomoooosuadoidaaa, você está entrando em contradição! 😱😱😱
Não estou! Se você se preparar e passar direitinho por todas as fases, 21 quilômetros será só mais um passo importante na sua “evolução” como corredora.

impossivel-conseguir

Me diga, por que não daria pra completar? Por que esse medo todo?
Claro que dá e não é tuuuudo aquiiiilo que você está pensando não! Claro, para quem não se preparou será uma tortura, mas dá pra completar sim.  😉

Minha Meia foi atípica, me machuquei no meio do caminho (e continuo machucada), mas treinei direitinho e isso fez toda a diferença. Mas se eu mesmo manca consegui, por que você não?
PIOR! Lembre-se da Pamela Anderson que fez uma maratona sem um treino sequer! Por que você, que está há meses se preparando não conseguiria? Fia, manda essa insegurança pras conchinchinas e vá com fé! 😉

10. É uma distância APAIXONANTE!

É cansativa, dá bode no meio e no último mês você jura que depois que terminar, não irá mais brincar de 21k.
O que tenho a dizer? Vai querer maaaaais! Kkkkkkkkk
Quer apostar comigo? 😜

destino-final
Rapá, tem bruxaria nessa distância, porque ela te chama, te seduz e quando você vê, já está treinando para a próxima prova. Eu mal saí da minha primeira Meia e já estava treinando para a próxima.
Depois que você terminar, volte aqui e me conte o que aconteceu. kkkk 😂😂😂

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Sobre mim…
HOJE estou um pouco melhor do joelho, porém bem longe dos 100% e tenho enfrentado outros problemas chatinhos de saúde, que prefiro não entrar em detalhes.
Vou correr a W21K da mesma forma que a Maratona do Rio: “de boa na lagoa”, no pace do amor, me divertindo na companhia dazamigas.
Tomei a decisão de fazer uma pausa (estratégica) nas corridas “sérias” para cuidar da minha saúde.
Quero chegar em 2016 zerada e tinindo para meu próximo objetivo, que será uma outra Meia que já ando de ‘zóios’. 👀 Mas quero completá-la pensando na ‘baralhada’ toda: tempo, pace, etc., e para isso preciso estar inteiraça e forte. 🙂

sonhar-acreditar

Para você que sonha desbravar os 21k num futuro próximo: não pule etapas, curta as pequenas vitórias, aproveite para conhecer melhor o seu corpo e para se conhecer melhor. São minutos preciosos para você curtir sua própria companhia. ❤

E para você que já vai fazer sua estréia ou fará em breve: aproveite porque é SEU MOMENTO de BRILHAR! Faça festa com as amigas, comemore, ostente sua medalha suada e merecida, tenha orgulho de si! Os primeiros 21k só se fazem uma vez na vida (é óbvio, mas o que quero dizer é que depois que termina vira mais uma corrida de longa distância), portanto divirta-se muuuuuito! ❤ Depois vem me contar como foi. 😀

É isso, gente. Espero que, de alguma forma, meu aprendizado tenha te ajudado na sua jornada #rumoaos21k. Boa Prova! 😉

 

Nos últimos finais de semana, a equipe do blog se dividiu para participar de provas diferentes pela cidade de São Paulo. A Ju Vargas correu a etapa Aricanduva do Circuito Popular de Corrida de Rua no dia 27/09. No domingo seguinte, 4/10, a Aline participou da M5K no Parque Ibirapuera e a Mari fez a Meia de Sampa. Veja como foi!

Circuito Popular de Corrida de Rua – Etapa Aricanduva
Por Ju Vargas

O Circuito Popular de Corrida de Rua e Caminha da Família é uma iniciativa muito bacana da Prefeitura de São Paulo. Ao longo do ano, são realizadas diversas corridas gratuitas (siiim!!) em todos os cantos da cidade, organizadas pelas Subprefeituras. Você pode ver o calendário completo de provas no site oficial. Quem sabe terá alguma pertinho de você? 😉

No dia 27 de setembro, aconteceu a Etapa Aricanduva no Parque Ceret, que fica localizado no Jardim Anália Franco, na Zona Leste. Como é do lado de casa, não tinha desculpa para não participar, né? Conseguimos pegar o cupom na Subprefeitura e fizemos a inscrição online.

circuito-popular-aricanduva-2015Correndo com nossos vizinhos e amigos! 🙂

O kit era composto por uma camiseta, alfinetes, chip descartável e número de peito. Apesar da fila, a retirada foi bem tranquila, no dia anterior à prova. A estrutura foi simples, com o pórtico de largada e chegada dentro do parque, tenda para distribuição de medalhas e pontos de hidratação na largada/chegada e no quilômetro três. Não tinha frutinha, isotônico, brinde, nada disso, mas considerando que a prova é gratuita, achei bem organizado. Banheiros, só os do próprio parque mesmo, que são ok.

Às vezes eu treino no Ceret, e já sabia o que me esperava nessa prova: subidaaaas! O que eu não esperava é que o percurso (de 5k) seria praticamente subidas e descidas… Sério, o trecho plano não deve ter somado 500 metros — e olha que eu conheço o parque, hein?

circuito-popular-aricanduva-2015-medalhasMedalhinha suada, mas com surpresa boa: opção desafiadora para os treinos em circuito misto

Poderia treinar muito mais no Ceret, o parque é bem sinalizado, limpo, seguro, com muitos bebedouros pelo caminho, mas as subidas desanimam hahahaha… Além disso, sempre rola uma preguicinha de dar voltas e voltas no mesmo lugar — o que agora mudou. Achei o percurso que desenharam para essa prova muito interessante, e o que ele tem difícil não tem de monótono: foram duas voltas diferentes dentro do parque (cerca de 1,5 km cada) e uma volta na avenida do entorno (os outros 2 km). Já quero repetir nos próximos treinos, quando tiver que fazer circuito misto. 😉

Duas voltinhas dessa por semana e vou sair voando nas próximas corridas! Hahahaha… Quem mais encara?! 😛

Avaliação: 

Meia Maratona de Sampa
Por Mari Frioli

No último domingo, 4 de outubro, foi realizada aqui em São Paulo a prova Meia de Sampa. A prova tem as distâncias de 5 km, 10 km e meia maratona. Eu sempre tive vontade de correr essa prova, ano passado a Erica e a Ju Ferrer participaram e fiquei ainda com mais vontade. Então quando surgiu a oportunidade de ir este ano, nem pensei duas vezes! E ó… foi maravilhoso! 🙂

A retirada dos kits poderia ser feita na sexta ou no sábado na Decathlon, fui no sábado e estava super tranquilo. Peguei o kit e aproveitei para dar uma olhada na loja. No kit vinha boné, camiseta, número de peito, alfinetes, gel de carboidrato, isotônico em pó e uma mochila bem bonita da prova.

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Antes da largada, muitas fotos com os amigos (boa parte vai pra Disney em 2016). Correndo. E a última foto: Karina, eu e Nathalia comemorando os RPs! 😀

A largada da prova era às 7h para todas as distâncias, cheguei bem cedo para estacionar com tranquilidade e fui retirar o chip. Essa é a única parte que não curti, acho bem mais prático o chip descartável. Mas foi tranquila a retirada. Logo encontrei os amigos e depois de muitas fotos, fomos pra largada. Eu larguei com duas amigas, ia com a Karina, mas ainda no primeiro quilômetro decidi alcançar a Nathalia. Eu que tinha ido só pra completar a distância, pois tinha passado a semana toda tomando antibiótico por conta de uma laringite, engatei a primeira e só fui parar ao cruzar a linha de chegada. Consegui bater meu melhor tempo em meia-maratonas e terminei em 1h55’14”. \o/

O clima estava do jeito que eu gosto, frio, mas agradável e a estrutura da prova foi perfeita. Havia postos de hidratação durante todo o percurso, com água, em alguns com isotônico e tinha até banana! Além disso, o percurso tem subidas e descidas, mas nenhuma absurdamente forte. Estava bem sinalizado para todas as distâncias. Tudo isso contribuiu e consegui o RP! <3

Avaliação: 

M5K SP
Por Aline

No último domingo, aconteceu mais uma edição da corrida M5k – Mulheres em Movimento, para quem não sabe, foi a primeira corrida para boa parte da equipe, então temos um carinho especial. Já falamos como foram nos anos de 2013 e 2014.

Neste ano, a corrida mudou de lugar, ao invés do Centro de São Paulo, aconteceu nas intermediações do Parque do Ibirapuera, confesso que a princípio achei ruim, adoro correr no centro e faz bastante tempo que não corro por lá, mas acabei entendendo a organização! Tinha muita, mas muita gente mesmo.

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Na largada

Diferente dos dois últimos anos, o clima estava bem gostoso, friozinho e perfeito para correr. A largada estava marcada para as 7h, eu demorei um pouco para ir para largada e peguei muito fluxo, consegui largar perto dos 9 minutos já e mesmo assim comecei com um trote bem tranquilo, porque não dava para correr muito. Por ser uma corrida feminina, com distância curta, a mulherada aproveita mesmo para ir.

Para mim, a M5K é uma prova para paquitar e uma grande festa, reunir as amigas, incentivar quem quer correr pela primeira vez, e o meu clima de corrida foi totalmente este… rs. Não fiquei ultrapassando paredões e nem estressando, fui correndo e conforme dava, avançava, quando vi a prova terminou.

O único detalhe, na chegada poderiam orientar melhor a mulherada, muitas chegavam e ao invés de continuar no trote ou andando mesmo e dispersar mais na frente, paravam de uma vez, quase bati em uma menina!

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Com a medalha e assistindo a premiação

Pegar o kit pós-prova foi bem tranquilo e rápido, tinha fila, mas tinha vários pontos para retirá-lo.

Gostei de participar novamente da corrida e perceber que evolui bastante desde a primeira. 🙂

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