Eu conheci o Nike Air Zoom Vomero, na edição anterior (11) e desde então junto com o Pegasus são os meus modelos preferidos quando eu penso em Nike. Hoje é dia de falar as minhas impressões em relação ao Vomero 12.

Nike Air Zoom Vomero 12

Nike Air Zoom Vomero 12 (Foto: Arquivo Pessoal)

Nesta edição, o modelo veio bem diferente da versão anterior e alia tecnologias de duas famílias diferentes: a espuma Lunar e as cápsulas de Zoom na frente e na parte traseira do tênis.

Beleza e Design

Eu gosto muito de tênis com uma cor só e o Vomero é um tênis muito bonito, as cores disponíveis também é para agradar todos os tipos de público.

Cores Femininas Nike Air Zoom Vomero 12

Cores Femininas Nike Air Zoom Vomero 12 (Foto: Site Nike)

O modelo cabe bem o uso em situações casuais, o único detalhe é que como o cabedal é em Mesh, ele acaba amassando e marcando bastante. Na primeira foto do post dá para ver bem esse “amassado”.

Conforto e Amortecimento

Se você pensa em conforto, você pensa no Nike Air Zoom Vomero 12. Desde a primeira vez que utilizei o modelo senti muito conforto. O tênis é muito macio, mas se mantém firme e estável nas passadas.

Em relação a versão anterior, eu senti que esse modelo aquece um pouco o pé. Em dias mais quentes é notável a diferença para mim.

Peso e Pisada

O tênis pesa em média 266 gramas nos modelos femininos e não é um dos mais leves, mas também não me incomodou nos treinos. O modelo é indicado para pisada neutra e como tem a palmilha removível, pode ser facilmente ajustado para o seu tipo de pisada. O drop é de 10mm.

Custo x Benefício

O Nike Air Zoom Vomero 12 foi lançado no início do ano e o preço médio é R$ 599,90. Dependendo da cor escolhida, você consegue achar o modelo por até R$ 429,90 na loja da Nike.

Se você está almejando longas distâncias e o conforto é um item indispensável para você, o modelo é uma opção. Além de ter uma durabilidade muito boa. Corri bastante quilômetros com ele (quase 100 km) e o solado não teve desgaste.

Opinião Geral

Como falei lá no início do post, é um dos meus modelos Nike preferido, alia conforto, firmeza e beleza em um tênis só. É um tênis para quem está evoluindo na corrida e precisa de mais amortecimento.

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A Juciara Lima é uma leitora super querida que já apareceu outras vezes aqui no blog contando sobre suas provas. Este ano, ela correu sua segunda meia maratona na Asics Golden Run São Paulo como convidada do Corre Mulherada e agora trazemos o seu relato dessa prova incrível!

Aproveita a inspiração e corre se inscrever no nosso concurso cultural para concorrer a uma inscrição para a etapa de Belo Horizonte da Golden, que acontece no fim do mês! 😉

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Oi, mulherada! Vou contar como foi representar o CM na Asics Golden Run 2017 em São Paulo! 🙂

De cara já aviso: não faça uma meia maratona se não tem uma boa rotina de treinos. Essa distância merece respeito e disciplina. Mas, realmente, não foi o meu caso! rs

Eu vinha treinando bem porcamente e, quando ganhei a inscrição, pensei: OU VAI, OU RACHA! E foi…

Cheguei no Ibirapuera por volta das 6h20 e fui para o guarda-volumes, que estava sem fila e bem organizado. Encontrei com a Fernanda e com a Lou, uma pessoa maravilhosa que conheci no grupo do CM. 🙂 Meu pelotão de largada era o B, mas resolvemos largar juntas e fomos todas para o pelotão da Lou, o E.

Ju, Lou e Fê na largada

A largada foi bem animada! A Fernanda estava melhor preparada e, já no primeiro quilômetro, seguiu seu caminho, enquanto a Lou e eu corremos juntas até o terceiro quilômetro, quando o pé dela resolver reclamar… Então, fiquei sozinha. E foi aí que percebi como o psicológico é importante na corrida.

Eu não estava muito bem preparada fisicamente, mas preparei muito meu psicológico pra essa prova. Durante o percurso, passamos por alguns túneis e, vou dizer, é muito desconfortável! Achei que iria passar mal, mas fui conversando sozinha, me convencendo de que estava acabando. rs

Corri sozinha, sem fone, sem pressa… Lá pelo sétimo quilômetro, tinha uma banda animando a galera (depois do jóquei). Quando passei ali, sabia que conseguiria completar a prova!

Porém, no km 12, senti que algo estava errado com meu pé… Quis chorar! Controlei a respiração e pensei “Você pode quebrar e voltar, ou pode ir até o fim”. Não aconselho que ninguém faça isso, ok? Mas eu me conheço e fui embora.

Bom, lá estava eu, sozinha, com o meu pé querendo me sabotar e o corpo dando sinais de cansaço… Eis que aparece um anjo – só nos conhecemos após a linha de chegada –, a Adriana Kovacs!  Fiz dela o meu coelho e a acompanhei por vários quilômetros em silêncio. Se não fosse por ela, eu não teria chegado até o fim.

O mais curioso da corrida é que era pra ser um esporte individual, né? Mas, olha, fizemos uma dupla e tanto! Quando cruzamos a linha de chegada, nos abraçamos e agradecemos, trocamos contato e tudo mais!

Juciara e Adriana no final da prova

 

A hidratação da prova é bem farta, com água e isotônico. Mas tenho um ponto de atenção para a organização da prova: ter água após a entrega do gel, único aspecto negativo da corrida na minha opinião. Nos dois pontos de gel, corri um tempão com ele na mão esperando o ponto de hidratação.

Quando a corrida acabou fui encontrar as meninas (Fê e Lou) e curtir a área VIP da Asics! 😀

Foi uma experiência maravilhosa! Minha segunda meia maratona me deu um tapa do tipo “ACORDA E VAI TREINAR”, afinal, a W21k está chegando!

Quanto ao meu pé, ganhei um fratura por estresse, mas nada grave. Acontece nas melhores famílias, rs, e já estou recuperada! Espero poder representar o CM em várias outras corridas!

 

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