Olá, mulherada!

No último domingo, dia 17 de abril, fomos para Porto Seguro na Bahia para correr a 1ª Meia Maratona de Porto Seguro. Chegamos na sexta-feira e no mesmo dia fomos buscar o kit. Ficamos hospedadas no Éden Praia Hotel que era bem ao lado do Shopping Porto Plaza, onde era a retirada de kits, e que também era ao lado da largada. Gostamos muito da localização, bem no centro de Porto Seguro, perto de tudo. 😀

A retirada de kits foi tranquila. Entregamos os comprovantes e recebemos nossa sacolinha com chaveiro de Porto Seguro, fitinha, barrinha, promoções, camiseta da Mantle, número de peito e chip descartável.

Depois da retirada, fomos dar uma volta pela cidade e, de cara, já gostamos dos preços de tudo. Biquínis baratos, vários tipos de vestidinhos, muitas lembrancinhas baratinhas e bonitas… aproveitamos! Seguimos a recomendação de uma amiga (obrigada, Fari!) e jantamos no restaurante Colher de Pau. Ju escolheu uma moqueca e nos deliciamos. Restaurante muito bom.

No sábado, tínhamos a manhã livre. Acordamos cedo, tomamos café no hotel e partimos para a praia de Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália, cidade que fica ao lado de Porto Seguro e onde foi rezada a primeira missa do Brasil (são uns 20 minutos de carro, mas ônibus circulares também fazem o percurso). Água morna, com poucas ondas e um sossego… Foi ótimo para relaxar e descansar!

A praia de Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália (Foto da Ju)

A praia de Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália (Foto da Ju)

Aqui vem uma observação: em Porto Seguro, tem muitos transportes alternativos. Nós seguimos as recomendações e optamos por pegar sempre táxi e ônibus. Se alguém te oferecer uma carona barata e for um carro comum, não corra o risco por conta de 2 a 5 reais de diferença, opte sempre por ônibus e táxis (o carro que é táxi é marcado como tal). O transporte alternativo é bem comum por lá e o pessoal aborda o tempo todo. Como os taxistas estão acostumados com a concorrência, eles sempre oferecem para você dividir o táxi com outras pessoas para o preço ficar baixo e, se você não quiser dividir, eles sempre negociam o preço. 😉 #fikadika

Depois de uma manhã deliciosa na praia e um almoço caprichado (com muito camarão, do jeito que eu amo, rs) fomos pro congresso da corrida. Conferimos palestras com a nutricionista esportiva Iata Ramos sobre suplementação, uma análise sobre o crescimento das corridas de rua na Bahia com André Araújo, e as histórias de superação de Daniel Gracie e do ultramaratonista Carlos Dias (somos fãs!).

Jantamos no restaurante Canto Italiano o tradicional prato de massas pré-prova. Restaurante gostoso e pratos bem caprichados, preço bom também. E fomos dormir cedo, afinal, no domingão íamos acordar cedo pra correr.

A prova tinha percursos de 5k, 10k e 21k. Eu fui na meia-maratona e a Ju nos 10km. Acordamos cedinho, nos aprontamos, e o hotel havia preparado um café da manhã mais cedo para quem ia correr. Às 7h, estávamos curtindo a animação da largada.

A largada atrasou e, às 7h50, saímos com um tempo ameno para os baianos, mas pra nós, paulistas, estava era calor, rs. 😛 O percurso das três distâncias era o mesmo, seguindo pela orla da praia; quando chegava na metade da distância, havia um retorno. Tudo bem plano, com apenas uma subida. Sem falar na beleza do trajeto que é demais, uma das provas mais bonitas que já fiz. Achei uma boa prova para quem já corre no calor e quer estrear na meia-maratona.

A hidratação para os 5km e 10km foi perfeita, porém quem estava fazendo a meia-maratona sofreu um pouquinho entre o km 11 e 16 – havia pontos de hidratação, mas não havia água. Eu, que fiz a meia, também senti falta de um ponto com isotônico.

Meu objetivo nessa prova era correr tranquila como treino para provas futuras. Fui num ritmo confortável e baixei 23 minutos da minha última meia, uma semana antes no Rio. Terminei feliz. 😀 Como eu participo de muitas provas, nem todas vou pra bater RP, então elas servem como treino. No começo era difícil segurar, hoje aproveito para curtir a prova, conversar com o pessoal.

Nos 21km, teve sol de rachar, chuva fraquinha, mais sol de rachar e uma chuva bem forte. Na hora da chuva forte, aconteceu algo que nunca tinha me acontecido. Como a prova ocupava meia pista, passou um ônibus rápido, levantou a água da chuva do asfalto e eu tomei um banho da cabeça aos pés. Sorte eu respirar pelo nariz, hahahaha. Tive uma crise de riso no meio da corrida por conta disso. Depois parou a chuva completamente, veio o mormaço e por fim o sol de rachar novamente (nos últimos 5km, o asfalto nem tava molhado, para vocês terem uma ideia do calor). Curti muito o clima da prova, pessoal se ajudando, eu parei duas vezes para ajudar. Uma dividi um copo de água e na outra ajudei uma moça que estava com câimbra. E no último quilômetro ainda fui conversando com um senhor muito simpático.

Nos 10km, a Ju também se encantou com o clima de confraternização e solidariedade entre os corredores. Ela conta:

Acho que eu nunca conversei tanto em uma prova! Mesmo com água a cada 2km mais ou menos, o calor me pegou de jeito, mas todo mundo estava se incentivando e teve até quem correu do meu lado pra puxar papo, perguntar se eu queria água, dar dicas… Tudo isso feito com um carinho imenso. No último ponto de hidratação, parei para molhar a cabeça e a camiseta, e uma das moças da equipe veio perguntar se eu estava bem, muito atenciosa. Trocamos algumas palavras rápidas e aquilo me deu um gás! Consegui terminar a prova em um ritmo bem melhor e dentro do tempo que eu corro normalmente os 10k. No fim das contas, mesmo com dificuldade, superei o calor e fiquei muito feliz com o resultado. E ainda realizei um sonho: cheguei inteirinha molhada (de suor e água) e, como a arena era literalmente ao lado do nosso hotel, fui para o quarto, tomei banho (!!) e pude esperar pela Mari linda, cheirosa e com uma roupa sequinha. Não é demais?! 😉

Após a corrida, passamos no hotel para nos trocar e fomos para um almoço com os campeões da prova na Barraca do Gaúcho, barraca excelente. As barracas por lá são muito famosas, elas oferecem uma estrutura completa com restaurante, entretenimento e mesas com guarda-sol na praia. Depois do almoço, pegamos uma mesa na praia de Taperapuã e fizemos um dos melhores pós-prova: tomar sol, entrar no mar e ficar à toa a tarde toda. 😀

Praia de Taperapuan (Foto da Ju)

Praia de Taperapuã (Foto da Ju)

Nós adoramos correr na Bahia! Adoramos Porto Seguro e queremos muito voltar para correr outras provas. 😀

Obrigada VidaSport Eventos pelo convite e Netshoes pelo patrocínio e apoio. <3 Em breve, contaremos tudo sobre os tênis e acessórios que usamos durante a prova. 😉

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Olá mulherada!

É comum encontrar praticantes de atividade física se queixando que os exercícios não estão causando o efeito desejado. Mas existem alguns hábitos cotidianos que podem prejudicar o rendimento de quem está dando os primeiros passos no esporte e também daqueles que já são frequentadores das academias há mais tempo. Segundo a especialista Larissa Kussano, gerente de musculação da Academia Bio Ritmo, determinados fatores podem colocar tudo a perder, por isso, é importante ficar atento.

Confira como ficar longe dos sete principais vilões que prejudicam o seu treino:

1. Dormir pouco

O corpo precisa da recuperação para fazer as adaptações metabólicas que os treinos promovem. Se você não faz o repouso corretamente, certamente, está prejudicando seus resultados.

2. Alimentação incorreta

Ficar atento à quantidade de calorias ingeridas é importante não só para quem quer emagrecer, mas para qualquer pessoa que mantem uma dieta equilibrada. Por isso, o mais indicado é buscar a orientação de um especialista em nutrição.

3.  Matar o treino “só essa vez”

O indicado é não estipular metas muito ousadas, mas cumprir o que está definido. As chances de você abrir mão das sessões de treino aumentam cada vez que você falta “somente” uma vez. Sem frequência de estímulo, não há resultados.

4. Não respeitar os intervalos entre as séries

O intervalo entre as séries é tão importante no treino quanto a carga ou repetição. Ficar conversando com o colega na academia ou nas redes sociais e esquecer do intervalo estipulado pelo professor, diminui a intensidade do treino e, consequentemente, adia os resultados esperados.

5. Adicionar exercícios sem orientação de um profissional

Respeite a prescrição do professor. Se ele não passou determinado exercício que você ama ou que você acreditar trazer mais resultados, não adicione sem a orientação de um profissional. Os treinos têm uma estrutura que obedece diversos parâmetros que os alunos, normalmente, desconhecem.

6. Menos é mais

Fazer menos exercícios, séries ou tempo de treino, te possibilita realizar as atividades com mais intensidade. Dessa forma, a possibilidade de perder peso e reduzir medidas aumenta, já que a atividade impactará em um metabolismo mais acelerado.

7. Priorize a técnica e não a carga

Não adianta pegar muito pesado e fazer movimentos curtos ou fora da velocidade de execução aconselhada pelo professor. Lembre-se: técnica sempre em primeiro lugar.

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