Entre os dias 04 e 07 de maio rolou em São Paulo a APAS, que é reconhecida como a maior feira de Supermercados do mundo. Quando eu soube dessa feira fiquei maluca para ir, atormentei a Carô e, na última quarta-feira, fomos conferir o que tinha por lá.

Já comentei aqui que sou a doida dos rótulos e vou ser bem sincera, nos supermercados por aí tem muuuuito produto com pinta de mocinho, mas na verdade é um vilão. Quando você vê na embalagem do produto escrito que é light,  fit ou qualquer coisa similar a isso, você acredita no que está escrito ali ou vai conferir no rótulo se o produto realmente é o que diz ser? Se você não tem esse hábito de ler o rótulo, é melhor adquiri-lo logo.

Como está “na moda” ser fit, as empresas tentam enfiar qualquer produto no nosso carrinho de compras só fingindo que o bendito é saudável. Vou abrir um parênteses aqui e comentar sobre o caso do glúten: na maioria dos estandes que passamos, o responsável pela empresa que conversava com a gente enchia a boca para falar que determinado produto era sem glúten. Galera, para enfiar os 2 pés na dieta sem glúten, só se você for celíaco ou se a sua nutricionista indicar. Caso contrário, take it easy porque o buraco é mais em baixo.

Mas voltando ao assunto dos rótulos… Ganhamos algumas barrinhas de cereais na feira e, como tenho muito preconceito com as benditas, peguei apenas 2 pra mim, de marcas distintas. Uma delas eu já sabia que era uma meleca só pela marca, a outra eu achei com uma cara ótima quando vi cortadinha em cima do balcão do stand da empresa.

Será que você consegue me dizer qual é a boa e qual é a tabajara só lendo o rótulo?

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Se eu não conhecesse nada dos ingredientes já descartaria de cara a barrinha da 2ª foto. Pelo tanto de ingredientes que tem, pra mim, coisa boa não é. Olhando atentamente o rótulo da barrinha da 2ª foto, os ingredientes açúcar e maltodextrina aparecem 2 vezes cada. Você sabe o que é maltodextrina? Tecnicamente ele não é açúcar, mas ele vira açúcar no seu corpo segundos depois de você consumi-lo, logo, podemos considerá-lo como açúcar. Você come a barrinha número 2 crente que tá abafando quando na verdade está comendo açúcar.

Falando em sabor, o da barrinha número 2 não chega nem aos pés da barrinha número 1. A barrinha número 1 eu comi com os olhos ao vê-la porque ela tem pedaços de castanha-do-Pará e a cor é quase preta, típica de uma chocolate 70% cacau, uma delícia! Fez meu preconceito com barrinhas acabar. Agora, a barrinha número 2 é daquelas doce que quase dói os dentes – já tiveram essa sensação de comer algo tão doce que dói os dentes? O sabor dela se assemelha ao daquela bala de iogurte que encontramos em qualquer esquina. Manjam qual é? Olha, se fosse pra escolher entre a barrinha e a bala, eu ficaria com a bala, já que a porção é menor.

Eu quero saber: vocês possuem o hábito de ler os rótulos dos produtos?

Minha ideia é fazer um outro post ensinando vocês a lerem o rótulo. Vocês vão gostar, vira hábito. Na feira eu ficava maluca porque não podia ler todos os rótulos que queria, hahahaha. 😉

  1. Luciana disse:

    Sempre tento olhar os rótulos mas nem sempre entendo! Se você puder fazer mais posts assim eu iria adorar!!!

    Beijos

  2. Claudia disse:

    ótimo tema! (minhas regras: quanto menos ingredientes, melhor. Ou com menos nomes de coisas que não parecem comida, melhor ainda. Ou sem açucar/xarope de milho/maltodextrina/sacarose/açucar invertido ou adoçantes.)

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